Brasil pega Canadá por vaga na elite da Billie Jean King Cup

A Federação Internacional de Tênis (ITF, na sigla em inglês) sorteou nesta quinta-feira (23) os confrontos que definem os países da fase classificatória (playoff) da próxima edição da Billie Jean King Cup (BJKC), equivalente à Copa do Mundo feminina na modalidade (assim como a Copa Davis no masculino). O Brasil terá pela frente o Canadá.

A previsão é que o confronto ocorra entre os dias 20 e 21 ou 22 e 23 de novembro deste ano, no Brasil. O local será confirmado pela Confederação Brasileira de Tênis (CBT).

O playoff reúne 14 países. Sete se credenciaram ao se classificarem em grupos regionalizados. Foi o caso do Brasil, que venceu o Zonal I das Américas em Ibagué (Colômbia). Os outros sete participantes foram derrotados na fase classificatória da edição deste ano. O Canadá, por exemplo, perdeu o duelo para o Cazaquistão.

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No primeiro dia dos confrontos, serão dois jogos de simples. No segundo, uma partida de duplas e mais duas de simples. Vence o país que levar a melhor em três dos duelos.

No Zonal I das Américas, o Brasil foi representado por Nauhany Silva, Victória Barros, Ana Candiotto e Gabriela Cé. As duas primeiras, de apenas 16 anos, são consideradas as principais revelações do tênis feminino do país. Brasileiras mais bem colocadas nos rankings de simples e duplas da Associação de Tênis Feminino (WTA, na sigla em inglês), respectivamente, Beatriz Haddad Maia e Luísa Stefani desfalcaram a convocação.

“Confrontos de playoff da BJKC, independentemente do adversário, são sempre contra equipes de alto nível. Tínhamos o desejo de jogar no Brasil, onde podemos contar com a atmosfera da torcida, que é sempre especial para o nosso time”, destacou o capitão da equipe brasileira, Luiz Peniza, à comunicação da CBT.

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Enviado de Trump sugere que Itália substitua Irã na Copa do Mundo

O ítalo-americano Paolo Zampolli, enviado especial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhou nesta quinta-feira (23), nas redes sociais, uma entrevista ao jornal italiano Corriere della Sera, na qual admite ter sugerido que a Itália substitua o Irã na Copa do Mundo deste ano.

“Notícia real”, escreveu Zampolli, que é nascido em Milão e vive desde os anos 1990 em território norte-americano.

A sugestão foi feita ao presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Gianni Infantino. A Itália não se classificou para a Copa do Mundo pela terceira edição seguida. Desta vez, foi eliminada, nos pênaltis, pela Bósnia e Herzegovina, na repescagem das eliminatórias da Europa. Procurada pela Agência Brasil, a Fifa não se manifestou.

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Na quarta-feira (22), o enviado do governo Trump disse ao jornal norte-americano Financial Timesque seria um “sonho” ver a seleção do país onde nasceu disputar a Copa nos Estados Unidos – México e Canadá também são sedes. Ainda conforme Zampolli, os quatro títulos mundiais da Itália (1934, 1938, 1982 e 2006) justificariam a inclusão da Azzurra.

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A sugestão, porém, não repercutiu bem entre autoridades italianas. O ministro do Esporte e da Juventude, Andrea Abodi, durante um evento em Roma nesta quinta, considerou a fala de Zampolli “inoportuna”. Também na capital do país, o presidente do Comitê Olímpico da Itália, Luciano Buonfiglio, afirmou que seria uma “ofensa” a Azzurra ir à Copa desta forma. Para ambos, a vaga deveria ter sido conquistada em campo.

A participação do Irã no Mundial foi colocada em xeque por conta da guerra com os Estados Unidos. A seleção asiática tem os três jogos da fase de grupos justamente em território norte-americano. A estreia será no dia 15 de junho, contra a Nova Zelândia, em Los Angeles. No dia 21, na mesma cidade, os iranianos encaram a Bélgica. Seis dias depois, o adversário será o Egito, em Seattle.

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O México chegou a se oferecer para receber as partidas do Irã, ao invés dos Estados Unidos, mas a proposta não foi aceita pela Fifa. A entidade tem se manifestado otimista quanto à participação dos asiáticos no Mundial, atuando nos locais definidos no sorteio dos grupos, realizado em dezembro do ano passado.

Segundo a reportagem do Corriere della Sera, a ideia de Zampolli não se limita ao futebol. O intuito também seria reaproximar Trump do eleitorado ítalo-americano após manifestações contrárias do presidente ao Papa Leão XIV, além de retomar as relações com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, estremecidas em meio à guerra.

Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

São José dos Campos sediará WTT Star Contender em julho

A cidade de São José dos Campos, a 90 quilômetros da capital paulista, vai sediar o WTT Star Contender, torneio do circuito mundial de tênis de mesa, de 21 a 26 de julho. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (22) pela Confederação Brasileira de Tênis (CBTM), que organiza o  evento em parceria coma Federação Internacional (World Table Tennis). Pela terceira vez no Brasil, o torneio debutará no no estado de São Paulo.

“Temos certeza de que o evento vai movimentar toda a região do Vale do Paraíba, que já reúne historicamente um grande número de praticantes da modalidade”, estima Vilmar Schindler, presidente da CBTM.

No ano passado, o carioca Hugo Calderano, atual número 5 do mundo, foi o vencedor de simples da edição realizada Foz do Iguaçu (PR). As primeiras competições no país foram na categoria Contender, no Rio de Janeiro (2023 e 2024).

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“Jogar no Brasil é sempre algo especial para mim. Eu sinto a energia, o apoio, e isso me impulsiona. O Brasil construiu uma conexão real com o tênis de mesa nos últimos anos, e é empolgante ver mais um WTT Star Contender acontecendo aqui. Tenho certeza de que os fãs vão criar uma atmosfera incrível em São José”, projetou Calderano em depoimento ao site da CBTM.

A expectativa é que o torneio reúna 80 atletas de elite nas disputas de simples masculina e feminina, além das chaves de duplas. A estrutura do evento será montada na área de eventos do Valeu Sul Shopping.

Número 23 do mundo, a paulista Bruna Takahashi acredita que o torneio em São José dos Campos vá consolidar ainda mais a modalidade no país.

“É muito empolgante ver o Brasil crescendo continuamente no calendário da WTT. Isso diz muito sobre a paixão pelo tênis de mesa aqui e o nível que o esporte está alcançando no nosso país. Ter um evento como esse em São José é um grande momento, e espero que os fãs compareçam em peso e tornem isso inesquecível”, disse Takahashi, campeã este ao ano lado de Calderano da chaves de duplas mistas do WTT Smash de Singapura.

Palmeiras derrota Fluminense no Luso Brasileiro

Em partida transmitida ao vivo pela TV Brasil, o Palmeiras derrotou o Fluminense por 2 a 1, nesta terça-feira (21) no Estádio Luso Brasileiro, no Rio de Janeiro, em partida válida pela 7ª rodada da Série A1 do Campeonato Brasileiro de futebol feminino.

Com o triunfo fora de casa, as Palestrinas fecham a rodada na vice-liderança, com os mesmos 16 pontos do líder Corinthians.

O Fluminense abriu o placar aos 11 minutos do primeiro tempo com a zagueira Bruna Cotrim após cobrança de escanteio de Sochor. Mas a vantagem da equipe das Laranjeiras durou apenas até os 25 minutos, quando a centroavante Bia Zaneratto cobrou pênalti com perfeição para igualar.

Na etapa final o Fluminense tentou se segurar na defesa, saindo apenas em contra-ataques. Já o Palmeiras forçou muito em busca da virada, e acabou premiado com a atacante Tainá Maranhão já aos 50 minutos.

Gabrielzinho concorre ao Laureus de Melhor Atleta com Deficiência

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Outros resultados:

Bragantino 3 x 1 Mixto-MT
Cruzeiro 1 x 2 Internacional

etapa de Copa do Mundo em Foz do Iguaçu tem recorde de atletas

Mais de 400 boxeadores de 50 países participam da etapa de abertura da Copa do Mundo de Boxe, em Foz do Iguaçu (Paraná), evento organizado pela Federação Internacional (World Boxing). O evento foi aberto na segunda-feira (20) e vai até até 26 de abril, no Rafain Palace Hotel & Convention Centre. De acordo com World Boxing, o total de competidores é maior número registrados na Copa do Mundo, que prevê ainda outras três etapas ao longo da temporada.

Este é o segundo ano consecutivo que a cidade paranaense recebe a elite do boxe internacional. As disputas ocorrem a partir das 11h (horário de Brasíia) e das 14h, com – com transmissão ao vivo no canal da Confederação Brasileira de Boxe (CBBoxe), no YouTube. 

O Brasil conta com 16 representantes (homens e mulheres), e três deles já avançaram de fase. Atual vice-campeão mundial, Isaías Ribeiro Filho, também conhecido pelo apelido de Samurai, se classificou às quartas de final dos 90 quilos ao derrotar na estreia na segunda (20) o cazaque Daulet Tulemissov, por decisão unânime. Samurai volta o ringue na quinta (23), a partir das 14h, contra o armênio Narek Manasyan.

Gabriel Araújo conquista Laureus, maior premiação do esporte mundial

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Quem também levou a melhor na primeira rodada foi o baiano Kaian Reis, ao superar o tcheco Kelvin Soquessa por 4 a 1. Classificado às oitavas, ele terá pela frente o venezuelano Lisandro Tejada. Já a paulista Bárbara Santos, a Bynha, nem precisou estrear para avançar direto às quartas: a adversária na primeira luta dos 75 kg, a norte-americana Naomi Graham, foi desclassificada por estar acima do peso.

Pelo regulamento, os atletas precisam vencer os confrontos diretos para seguirem avançando de fase, com soma de pontos no ranking mundial. As semifinais estão previstas para sexta (24) e as finais para sábado (25). Os vencedores terão garantidos 150 pontos no ranking.

Na edição do ano passado, o Brasil ficou na segunda posição no quadro de medalhas (três ouros, duas pratas e quatro de bronze), atrás apenas da Polônia, com 10 pódios.

Após a etapa brasileira, a Copa do Mundo segue para Guiyang (China), em junho. O calendário prevê a realização das finais na cidade de Tashkent (Uzbequistão) entre novembro e o início de dezembro.

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Gabriel Araújo conquista Laureus, maior premiação do esporte mundial

O multicampeão paralímpico Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, conquistou o Prêmio Laureus, a maior premiação do esporte mundial, nesta segunda-feira (20), durante cerimônia no Palácio de Cibeles, em Madri (Espanha). O nadador mineiro de 23 anos, nascido em Santa Luzia – região metropolitana de Belo Horizonte – superou outros cinco concorrentes na categoria de mehor atleta com deficiência.

Gabrielzinho foi o único brasileiro contemplado na 26ª edição do Laureus, considerado o Oscar do esporte internacional. Indicados em outras categorias, os compatriotas João Fonseca, Rayssa Leal e Yago Dora não foram eleitos este ano na votação da Laureus World Sports Academy, cujo juri é formado por 55 esportistas renomados.

“Eu gostaria de agradecer a Deus, à minha família por tudo que estamos construindo. Estar aqui é um sonho para mim. Agradeço ao meu técnico ]Fábio Antunes] pelo apoio. Esse vai ser o primeiro de muitos, vamos continuar fazendo história”, disse Gabrielzinho, aplaudido de pé ao receber o troféu.

Gabrielzinho concorre ao Laureus de Melhor Atleta com Deficiência

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No ano passado, o mineiro de 23 aos foi tricampeão mundial paralímpico em Singapura, nos 50m e 100 metros costas, e 200m da classe S2 (comprometimento físico-mortor). E não foi só: Gabrielzinho também batei p o recorde mundial dos 150m medley. Ícone da natação, ele subiu ao pódio seis vezes nas duas últimas Paralimpíadas: arrematou três ouros em Paris 2024, e dois ouros e uma prata em Tóquio 2020.

Gabrielzinho levou o Laureus 2026 após superar cinco concorrentes na votação da Laureus World Sports Academy: os nadadores Simone Barlaam (Itália) e David Kratochvíl (República Tcheca); os atletas do atletismo Catherine Debrunner (Suíça) e Kiara Rodríguez (Equador) do atletismo, e a jogadora de hóquei no gelo Kelsey DiClaudio (Estados Unidos).

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Antes de Gabrielzinho, o nadador paulista Daniel Dias já havia conquistado o prêmio Laureus de melhor atleta com deficiência nas edições de 2009, 2013 e 2016.

Demais brasileiros indicados

A skatista maranhense Rayssa Leal e o surfista catariense Yago Dora disputaram o Laureus de melhor atleta de ação, junto com outros quatro atletas de outros países. A vencedora na categoria foi a snowboarder norte-americana Chloe Kim. Já o tenista carioca João Fonseca fora indicado ao Laures de revelação do ano, que reuniu outros cinco postulantes. O ganhador foi o piloto britânico de Fórmula 1 Lando Norris.

Vencedores do Laureus 2026

Atleta Homem do Ano: Carlos Alcaraz (Espanha) – tênis

Atleta Mulher do Ano: Aryna Sabalenka (Bielorrússia) – tênis

Jovem Atleta do Ano: Lamine Yamal (Espanha) – futebol

Atleta com Deficiência: Gabriel Araújo (Brasil) – natação

Revelação do Ano: Lando Norris (Reino Unido) – automobilismo

Equipe do Ano: Paris Saint-Germain (França) – futebol

Melhor Atleta nos Esportes de Ação: Chloe Kim (EUA) – snowboard

Retorno do Ano: Rory McIlroy (Reino Unido) – golfe

Inspiração Esportiva: Toni Kroos (Alemanha) – futebol

Prêmio Esporte para o Bem: Fútbol Más – futebol

Prêmio Conquista de Vida: Nadia Comăneci (Romênia) – ginástica artística

Gabrielzinho concorre ao Laureus de Melhor Atleta com Deficiência

O nadador mineiro Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, concorre ao Prêmio Laureus de Melhor Atleta com Deficiência nesta segunda-feira (20). O prêmio será anunciado no Palácio de Cibeles, em Madri, na Espanha.

O vencedor será escolhido por um painel especializado, com membros do Comitê Paralímpico Internacional (IPC).

O nadador de 23 anos conquistou três ouros no Mundial de Singapura 2025, nas provas de 100 metros (m) costas, 200m livre e 50m costas, todas disputas pela classe S2 (comprometimento físico-motor).

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É dele também o recorde mundial dos 150m medley S2, obtido também em Singapura, com o tempo de 3min16s26.

Atleta do Praia Clube, Gabrielzinho soma seis medalhas paralímpicas: três ouros conquistados em Paris 2024, e dois ouros e uma prata em Tóquio 2020.

Concorrentes

Ao lado do mineiro, concorrem ao prêmio outros cinco atletas, dois deles nadadores: o italiano Simone Barlaam, da classe S9 (limitações físico-motoras), e o tcheco David Kratochvíl, da classe S11 (deficiência visual). 

Duas atletas do atletismo também foram indicadas: a suíça Catherine Debrunner, da classe T53/54 (cadeirantes), e a equatoriana Kiara Rodríguez, da classe T47 (deficiência nos membros superiores).

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Além deles, a norte-americana Kelsey DiClaudio, do hóquei em cadeira de rodas, também está entre os indicados.

O Prêmio Laureus está em sua 26ª edição, e o ex-nadador paralímpico Daniel Dias já figurou no hall de campeões do que é considerado o “Oscar do Esporte”. A honraria foi concedida ao atleta em três ocasiões: 2009, 2013 e 2016.

Por que Oscar Schmidt desistiu da Dança dos Famosos? A história que veio à tona após sua morte

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A morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos, reacendeu diversas histórias marcantes de sua trajetória — não apenas dentro das quadras, mas também na televisão. Entre elas, uma decisão curiosa e pouco compreendida na época: sua saída precoce da Dança dos Famosos, exibida no Domingão do Faustão.

Na época, a justificativa oficial para a desistência foi uma lesão. No entanto, anos depois, o próprio ídolo revelou que o motivo era bem diferente — e profundamente ligado aos seus valores pessoais.

O verdadeiro motivo da saída

Oscar participou da primeira edição do quadro, em 2005, mas abandonou a competição logo no início. Segundo ele, a dinâmica dos ensaios o deixou desconfortável.

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Em entrevistas posteriores, o ex-jogador explicou que não se sentiu à vontade com a proximidade física exigida nas coreografias. Para ele, aquele tipo de interação ultrapassava um limite pessoal importante — especialmente por respeito à sua esposa, Maria Cristina.

A decisão foi imediata: após a primeira aula, optou por deixar o programa.

Respeito acima de tudo

O episódio revela um traço marcante da personalidade de Oscar: a fidelidade aos seus princípios. Mesmo diante de um programa de grande visibilidade nacional, ele preferiu abrir mão da exposição a comprometer aquilo que considerava essencial em sua vida pessoal.

A relação com a esposa sempre foi um dos pilares de sua trajetória. Ao longo dos anos, o ex-atleta fez diversas declarações públicas reforçando o amor e a parceria construída em décadas de convivência.

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Muito além do esporte

Embora seja lembrado principalmente como um dos maiores nomes da história do basquete mundial, Oscar também teve passagens pela televisão que ajudaram a mostrar um lado mais humano e autêntico.

Sua saída da Dança dos Famosos, por exemplo, deixou de ser apenas um episódio curioso para se tornar um reflexo claro de suas convicções. Em um ambiente onde a exposição muitas vezes fala mais alto, ele escolheu seguir um caminho diferente.

Um legado de coerência

A repercussão dessa história após sua morte reforça o que muitos já sabiam: Oscar Schmidt não era apenas um ídolo esportivo, mas alguém que manteve coerência entre discurso e prática ao longo da vida.

Mais do que recordes e números impressionantes, seu legado também é construído por decisões como essa — silenciosas, mas significativas.

E é justamente esse conjunto de atitudes que mantém viva a memória de um dos maiores nomes do esporte brasileiro, dentro e fora das quadras.


Tags: Oscar Schmidt, Dança dos Famosos, Domingão do Faustão, TV Globo, Basquete, Celebridades, História de vida, Respeito, Família

Declaração emocionante de Oscar Schmidt à esposa volta à tona após sua despedida

Declaração emocionante de Oscar Schmidt à esposa volta à tona após sua despedida

A despedida de Oscar Schmidt, aos 68 anos, segue comovendo fãs em todo o mundo. Entre tantas homenagens e lembranças de sua trajetória histórica no basquete, um momento especial voltou a ganhar destaque: a emocionante declaração de amor feita à esposa, Maria Cristina, durante sua consagração no Hall da Fama do basquete, em 2013.

A cerimônia, realizada em Springfield, nos Estados Unidos, marcou o reconhecimento definitivo de sua carreira internacional. No entanto, mais do que os feitos dentro das quadras, foi o lado humano do ídolo que mais chamou atenção naquele dia.

Um discurso que emocionou o mundo

Durante mais de 15 minutos de discurso, Oscar Schmidt relembrou sua trajetória e fez questão de destacar a importância da esposa em sua vida. Em um dos trechos mais marcantes, ele se declarou de forma sincera e profunda:

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“Você é minha melhor amiga, a pessoa mais incrível que eu já conheci. Se você não estivesse comigo, eu não estaria aqui.”

A fala arrancou aplausos e lágrimas do público presente, mostrando que, por trás do maior pontuador da história do basquete, existia um homem profundamente grato à sua companheira de vida.

Uma história de amor de décadas

O relacionamento entre Oscar e Maria Cristina foi construído ao longo de quase meio século. Foram 49 anos de parceria, sendo 44 de casamento — uma união sólida que acompanhou todos os momentos da carreira do atleta, desde o início até o reconhecimento mundial.

Em uma publicação recente, o ex-jogador reforçou esse sentimento ao escrever:
“Obrigado, Cristina, por uma vida de alegrias!”

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A mensagem, simples e direta, resume uma relação marcada por companheirismo, apoio e cumplicidade, elementos fundamentais para que Oscar alcançasse o sucesso dentro e fora das quadras.

Legado dentro e fora do esporte

Conhecido como “Mão Santa”, Oscar Schmidt construiu uma carreira lendária, com números impressionantes e participações marcantes em competições internacionais, incluindo cinco edições dos Jogos Olímpicos.

Mas, além dos recordes, sua história também é lembrada por valores como dedicação, resiliência e amor — não apenas pelo basquete, mas também pela família.

A repercussão da declaração à esposa reforça que o legado de Oscar vai muito além do esporte. Ele deixa uma trajetória que inspira não só atletas, mas qualquer pessoa que valorize relações verdadeiras e histórias construídas com propósito.


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Último pedido de Oscar Schmidt emociona o Brasil após sua despedida

A morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos, na última sexta-feira (17), segue gerando forte comoção em todo o país. Ícone do esporte nacional e referência mundial no basquete, o eterno “Mão Santa” deixou não apenas um legado histórico dentro das quadras, mas também um gesto íntimo e emocionante que marcou sua despedida.

De acordo com informações divulgadas por veículos como o Jornal da Globo e a Agência Brasil, o ex-jogador fez um pedido especial à família antes de falecer: queria ser cremado vestindo a camisa da Seleção Brasileira — símbolo máximo de sua trajetória e do amor que sempre demonstrou pelo país.

Despedida reservada e carregada de significado

O desejo de Oscar Schmidt foi respeitado integralmente em uma cerimônia discreta, restrita a familiares e amigos próximos. A escolha reforça a conexão profunda que o atleta sempre teve com a Seleção Brasileira, pela qual construiu momentos inesquecíveis ao longo de décadas.

Diagnosticado com um tumor cerebral em 2011, Oscar enfrentou anos de tratamento e tornou-se também um exemplo de resiliência fora das quadras. Em 2022, ele decidiu interromper a quimioterapia, passando a viver uma fase mais reservada ao lado da família.

A força da família em meio ao luto

O momento também foi especialmente delicado para o apresentador Tadeu Schmidt, irmão de Oscar e rosto atual do Big Brother Brasil. Mesmo diante da perda, ele optou por manter seu compromisso profissional e seguiu à frente do programa no mesmo dia.

A decisão chamou atenção e foi explicada pelo próprio apresentador como uma forma de honrar o legado do irmão. Segundo Tadeu, deixar de cumprir seu papel naquele momento seria contrariar os valores de dedicação e responsabilidade que sempre marcaram a vida de Oscar.

Um legado que vai além do esporte

Mais do que números impressionantes e recordes históricos, Oscar Schmidt deixa um exemplo de paixão, disciplina e amor ao esporte. Sua despedida, marcada por um gesto simbólico e carregado de significado, reforça o impacto que teve não apenas como atleta, mas como figura humana.

A imagem do ídolo sendo cremado com a camisa da Seleção Brasileira sintetiza perfeitamente sua trajetória: um atleta que nunca se desvinculou de suas raízes e que fez do Brasil sua maior bandeira.


Tags: Oscar Schmidt, Tadeu Schmidt, BBB26, basquete, Seleção Brasileira, luto, celebridades

Morte de Oscar Schmidt comove o Brasil: relembre os últimos momentos e o legado do “Mão Santa”

O esporte brasileiro amanheceu em luto nesta sexta-feira (17) com a confirmação da morte de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial. Aos 68 anos, o ex-jogador não resistiu após ser internado às pressas em um hospital em São Paulo, encerrando uma trajetória marcada por talento, recordes e uma dedicação incomparável ao esporte.

Internação repentina e falecimento

Segundo informações divulgadas, Oscar passou mal e foi rapidamente encaminhado para atendimento médico de emergência. Apesar dos esforços da equipe de saúde, seu estado era grave, e ele acabou falecendo pouco tempo após dar entrada no hospital.

O ex-atleta já enfrentava, desde 2011, uma longa batalha contra um câncer no cérebro, condição que exigiu diversos tratamentos ao longo dos anos. Ainda assim, sempre manteve uma postura resiliente, tornando-se exemplo de força e superação para milhões de brasileiros.

Uma carreira lendária no basquete mundial

Conhecido como “Mão Santa”, Oscar Schmidt construiu uma carreira que atravessou gerações. Ao longo de mais de duas décadas nas quadras, acumulou impressionantes 49.703 pontos, sendo reconhecido como um dos maiores pontuadores da história do basquete.

Pela Seleção Brasileira, sua trajetória também foi histórica:

  • 326 partidas disputadas
  • 7.693 pontos marcados
  • Participação em cinco edições dos Jogos Olímpicos
  • Recorde de maior pontuador da história olímpica, com 1.093 pontos

Seu desempenho em competições internacionais colocou o Brasil em destaque no cenário global, consolidando seu nome entre os gigantes do esporte.

Momentos inesquecíveis com a camisa do Brasil

Entre tantos feitos marcantes, um dos mais lembrados aconteceu nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis. Na ocasião, Oscar liderou a Seleção Brasileira em uma vitória histórica sobre os Estados Unidos por 120 a 115 — um resultado considerado um dos maiores da história do esporte nacional.

Outro momento memorável foi sua atuação nas Olimpíadas de Seul, em 1988, quando marcou 55 pontos em uma única partida contra a Espanha, demonstrando toda sua capacidade ofensiva.

A escolha que marcou sua trajetória

Mesmo sendo draftado para jogar na NBA, Oscar Schmidt tomou uma decisão que definiu sua carreira: recusou atuar na liga norte-americana para continuar defendendo a Seleção Brasileira.

Na época, jogadores da NBA não podiam disputar competições internacionais por seus países. Fiel à camisa do Brasil, Oscar optou por representar sua nação, reforçando ainda mais sua imagem de ídolo comprometido com o esporte nacional.

Legado dentro e fora das quadras

Mais do que números impressionantes, Oscar Schmidt deixa um legado que vai além do basquete. Sua disciplina, paixão pelo esporte e postura diante das adversidades o transformaram em uma referência para atletas e fãs.

Após o diagnóstico da doença, ele passou a compartilhar sua experiência em palestras e eventos, levando mensagens de superação e resiliência. Sua história inspirou não apenas esportistas, mas pessoas de diferentes áreas.

Comoção e homenagens

A notícia de sua morte gerou forte repercussão nas redes sociais e no meio esportivo. Atletas, jornalistas e fãs prestaram homenagens ao ídolo, destacando sua importância para o crescimento do basquete no Brasil e no mundo.

Clubes, federações e entidades esportivas também se manifestaram, ressaltando o impacto duradouro de sua carreira e a importância de sua contribuição para o esporte.

Um ícone eterno do esporte brasileiro

A partida de Oscar Schmidt representa uma perda irreparável para o esporte. No entanto, sua história permanece viva — seja nos recordes que estabeleceu, nas vitórias que protagonizou ou na inspiração que deixou para futuras gerações.

Oscar não foi apenas um grande jogador. Foi um símbolo de dedicação, talento e amor pelo basquete — um verdadeiro ícone que continuará sendo lembrado por tudo o que representou dentro e fora das quadras.


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Último pedido de Oscar Schmidt emociona o Brasil após sua despedida

Último pedido de Oscar Schmidt emociona o Brasil após sua despedida

A morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos, na última sexta-feira (17), segue gerando forte comoção em todo o país. Ícone do esporte nacional e referência mundial no basquete, o eterno “Mão Santa” deixou não apenas um legado histórico dentro das quadras, mas também um gesto íntimo e emocionante que marcou sua despedida.

De acordo com informações divulgadas por veículos como o Jornal da Globo e a Agência Brasil, o ex-jogador fez um pedido especial à família antes de falecer: queria ser cremado vestindo a camisa da Seleção Brasileira — símbolo máximo de sua trajetória e do amor que sempre demonstrou pelo país.

Despedida reservada e carregada de significado

O desejo de Oscar Schmidt foi respeitado integralmente em uma cerimônia discreta, restrita a familiares e amigos próximos. A escolha reforça a conexão profunda que o atleta sempre teve com a Seleção Brasileira, pela qual construiu momentos inesquecíveis ao longo de décadas.

Família se despede de Oscar em cerimônia reservada de cremação

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Diagnosticado com um tumor cerebral em 2011, Oscar enfrentou anos de tratamento e tornou-se também um exemplo de resiliência fora das quadras. Em 2022, ele decidiu interromper a quimioterapia, passando a viver uma fase mais reservada ao lado da família.

A força da família em meio ao luto

O momento também foi especialmente delicado para o apresentador Tadeu Schmidt, irmão de Oscar e rosto atual do Big Brother Brasil. Mesmo diante da perda, ele optou por manter seu compromisso profissional e seguiu à frente do programa no mesmo dia.

A decisão chamou atenção e foi explicada pelo próprio apresentador como uma forma de honrar o legado do irmão. Segundo Tadeu, deixar de cumprir seu papel naquele momento seria contrariar os valores de dedicação e responsabilidade que sempre marcaram a vida de Oscar.

Um legado que vai além do esporte

Mais do que números impressionantes e recordes históricos, Oscar Schmidt deixa um exemplo de paixão, disciplina e amor ao esporte. Sua despedida, marcada por um gesto simbólico e carregado de significado, reforça o impacto que teve não apenas como atleta, mas como figura humana.

Este foi o motivo que levou Oscar Schmidt a ser internado e falecer horas depois

Jogador de basquete Oscar Schmidt morre aos 68 anos| Agência Brasil

A imagem do ídolo sendo cremado com a camisa da Seleção Brasileira sintetiza perfeitamente sua trajetória: um atleta que nunca se desvinculou de suas raízes e que fez do Brasil sua maior bandeira.


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Morte de Oscar Schmidt comove o Brasil: relembre os últimos momentos e o legado do “Mão Santa”

O esporte brasileiro amanheceu em luto nesta sexta-feira (17) com a confirmação da morte de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial. Aos 68 anos, o ex-jogador não resistiu após ser internado às pressas em um hospital em São Paulo, encerrando uma trajetória marcada por talento, recordes e uma dedicação incomparável ao esporte.

Internação repentina e falecimento

Segundo informações divulgadas, Oscar passou mal e foi rapidamente encaminhado para atendimento médico de emergência. Apesar dos esforços da equipe de saúde, seu estado era grave, e ele acabou falecendo pouco tempo após dar entrada no hospital.

O ex-atleta já enfrentava, desde 2011, uma longa batalha contra um câncer no cérebro, condição que exigiu diversos tratamentos ao longo dos anos. Ainda assim, sempre manteve uma postura resiliente, tornando-se exemplo de força e superação para milhões de brasileiros.

Uma carreira lendária no basquete mundial

Conhecido como “Mão Santa”, Oscar Schmidt construiu uma carreira que atravessou gerações. Ao longo de mais de duas décadas nas quadras, acumulou impressionantes 49.703 pontos, sendo reconhecido como um dos maiores pontuadores da história do basquete.

Pela Seleção Brasileira, sua trajetória também foi histórica:

  • 326 partidas disputadas
  • 7.693 pontos marcados
  • Participação em cinco edições dos Jogos Olímpicos
  • Recorde de maior pontuador da história olímpica, com 1.093 pontos

Seu desempenho em competições internacionais colocou o Brasil em destaque no cenário global, consolidando seu nome entre os gigantes do esporte.

Momentos inesquecíveis com a camisa do Brasil

Entre tantos feitos marcantes, um dos mais lembrados aconteceu nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis. Na ocasião, Oscar liderou a Seleção Brasileira em uma vitória histórica sobre os Estados Unidos por 120 a 115 — um resultado considerado um dos maiores da história do esporte nacional.

Outro momento memorável foi sua atuação nas Olimpíadas de Seul, em 1988, quando marcou 55 pontos em uma única partida contra a Espanha, demonstrando toda sua capacidade ofensiva.

A escolha que marcou sua trajetória

Mesmo sendo draftado para jogar na NBA, Oscar Schmidt tomou uma decisão que definiu sua carreira: recusou atuar na liga norte-americana para continuar defendendo a Seleção Brasileira.

Na época, jogadores da NBA não podiam disputar competições internacionais por seus países. Fiel à camisa do Brasil, Oscar optou por representar sua nação, reforçando ainda mais sua imagem de ídolo comprometido com o esporte nacional.

Legado dentro e fora das quadras

Mais do que números impressionantes, Oscar Schmidt deixa um legado que vai além do basquete. Sua disciplina, paixão pelo esporte e postura diante das adversidades o transformaram em uma referência para atletas e fãs.

Após o diagnóstico da doença, ele passou a compartilhar sua experiência em palestras e eventos, levando mensagens de superação e resiliência. Sua história inspirou não apenas esportistas, mas pessoas de diferentes áreas.

Comoção e homenagens

A notícia de sua morte gerou forte repercussão nas redes sociais e no meio esportivo. Atletas, jornalistas e fãs prestaram homenagens ao ídolo, destacando sua importância para o crescimento do basquete no Brasil e no mundo.

Clubes, federações e entidades esportivas também se manifestaram, ressaltando o impacto duradouro de sua carreira e a importância de sua contribuição para o esporte.

Um ícone eterno do esporte brasileiro

A partida de Oscar Schmidt representa uma perda irreparável para o esporte. No entanto, sua história permanece viva — seja nos recordes que estabeleceu, nas vitórias que protagonizou ou na inspiração que deixou para futuras gerações.

Oscar não foi apenas um grande jogador. Foi um símbolo de dedicação, talento e amor pelo basquete — um verdadeiro ícone que continuará sendo lembrado por tudo o que representou dentro e fora das quadras.


Tags: Oscar Schmidt, basquete, luto, esporte brasileiro, seleção brasileira, olimpíadas, Mão Santa

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