Calor intenso é desafio dentro e fora de campo na Copa do Mundo

O duelo entre Brasil e Escócia nessa quarta-feira (24), pela rodada final do Grupo C da Copa do Mundo, foi quente. E não somente pelo que se viu em campo. No momento em que a bola começou a rolar em Miami (Estados Unidos), às 19h (horário de Brasília, 18h local), os termômetros marcaram temperatura de 30ºC. Isso no fim da tarde e começo da noite por lá.

Não é surpresa. Uma pesquisa da Queen’s University Belfast, da Irlanda do Norte, identificou que 14 das 16 sedes da Copa – que também inclui México e Canadá – poderiam registrar níveis “potencialmente perigosos” de calor. O estudo levou em conta informações meteorológicas dos últimos 20 anos e foi publicado no International Journal of Biometeorology em janeiro do ano passado.

Em artigo escrito em maio, a um mês do Mundial, a World Weather Attribution Initiative (WWA), uma associação internacional de pesquisadores climáticos, chamou a atenção para os jogos marcados para o México e para interior e sul dos Estados Unidos. O receio era o alto nível de umidade em regiões do litoral e do centro-oeste norte-americano, que torna o calor mais perigoso – especialmente na prática do futebol.

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A Federação Internacional de Associações de Futebolistas Profissionais (FIFPro), que é o sindicato global dos jogadores, recomenda que jogos com temperatura a partir de 30ºC tenham, obrigatoriamente, pausas para hidratação. Se chegar a 36ºC, a orientação é pela interrupção ou até mesmo o adiamento da partida, até que, diante das condições climáticas, todos (atletas, comissões técnicas, arbitragem e torcedores) estejam em segurança.

A WWA recorda que a Copa de 1994, também nos Estados Unidos, teve episódios de calor, mas em condições menos severas. Segundo o artigo, a expectativa para este ano é a de 26 jogos realizados a pelo menos 30ºC. No Mundial de 32 anos atrás, foram 21 partidas nessas condições. Eram esperados ainda cinco confrontos com a temperatura partir de 36ºC, dois a mais que na edição anterior em solo estadunidense.

Na fase de 16 avos de final, o Brasil terá pela frente o segundo colocado do Grupo F, que pode ser Holanda, Japão ou Suécia. O jogo será em Houston (Estados Unidos), marcado para iniciar às 12h pelo horário local – ou 14h pelo de Brasília. A previsão é que a temperatura, na hora de a bola rolar, esteja na casa dos 33ºC. Menos mal que o estádio, casa do Houston Texans, uma das equipes da NFL, maior liga de futebol americano do mundo, dispõe de teto retrátil e ar-condicionado.

Beba água

Em nota à Agência Brasil, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) enumerou ações que – segundo ela – visam preservar a saúde dos envolvidos nas partidas. Conforme a entidade, o calendário foi pensado para equilibrar “exigências esportivas, operacionais e de transmissão” e que os jogos ao ar livre nos horários de maior calor “foram estrategicamente limitados e priorizados para estádios cobertos, sempre que possível”.

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Outra medida foi tornar a pausa para hidratação obrigatória nas 104 partidas da Copa, independentemente do clima. A interrupção de três minutos em cada tempo divide opiniões de técnicos, atletas e torcedores – que têm vaiado a paralisação. Há ainda críticas ao uso comercial do intervalo, o que o presidente da Fifa, Gianni Infantino, rechaçou em fala ao site da entidade. Segundo ele, “é puramente uma questão esportiva”.

A FIFPro informou que, em pesquisas eletrônicas com capitães e técnicos de seleções nacionais sobre as condições de calor nos torneios de futebol, metade dos atletas afirmou que as interrupções para hidratação eram “adequadas”. Conforme o sindicato, uma minoria dos treinadores disse levar o clima em consideração na hora de escalar os titulares ou definir um plano tático.

Por outro lado, 20 cientistas de renome não somente dos Estados Unidos, mas de países como Austrália, Canadá, Japão, Reino Unido, França, Espanha e Noruega, avaliaram, em carta aberta divulgada em maio deste ano, que essa pausa deveria ser maior, de pelo menos seis minutos. Para eles, três minutos são “insuficientes para gerar um impacto significativo na reidratação e no resfriamento corporal”.

Os especialistas ainda reforçaram que o calor extremo não pode ser enfrentado apenas com paralisações para resfriamento, mas com o combate à queima de combustíveis fosseis. Algo que o artigo da WWA também menciona, lembrando que riscos climáticos à saúde também estão fora de campo, na “exibição pública dos jogos, nas aglomerações ao ar livre, celebrações e outras formas de participação social associadas ao futebol”.

Uma nova competição começa agora

No que depender do zagueiro Marquinhos, a vitória por 3 a 0 sobre a Escócia, que garantiu o primeiro lugar do Grupo C da Copa do Mundo, ficou para trás. Após a partida desta quarta-feira (24), em Miami (Estados Unidos), o capitão disse, em entrevista coletiva, que a cabeça da equipe já tem de estar voltada ao mata-mata.

A seleção brasileira disputa um lugar nas oitavas de final do Mundial na próxima segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), em Houston (Estados Unidos), contra o segundo colocado do Grupo F, que tem Holanda, Japão, Suécia e a já eliminada Tunísia. A definição do adversário será nesta quinta-feira (25), com os jogos da última rodada da chave.

“Era importante ganhar e ficarmos em primeiro. Dá confiança, o time cresce, o ambiente fica melhor, mas não pode achar que simplesmente está feito. Temos que ter ambição, fome [de vitória]. Temos um treinador [Carlo Ancelotti] que vem sendo exigente, mesmo nas vitórias, querendo trazer de bom o que temos”, declarou Marquinhos.

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“Uma nova competição começa agora. Vamos enfrentar times de ainda mais alto nível e os detalhes serão importantes. Cada jogo será uma final. Então, temos de nos prepararmos o melhor possível para encararmos quem vier”, completou o defensor.

Marquinhos chegou a 108 partidas pela seleção brasileira e se tornou o segundo zagueiro com mais atuações pela Amarelinha, atrás somente de Thiago Silva (113).

A meta de terminar a fase de grupos na liderança não tem a ver com o futuro adversário. A delegação está concentrada, desde a chegada aos Estados Unidos, em Nova Jersey. Se acabasse a chave em segundo, teria que jogar o duelo da fase de 16 avos de final em Monterrey (México), e, somente nas oitavas, caso avançasse, retornaria a solo norte-americano.

Como ficou em primeiro, o Brasil não terá de mudar a rotina de preparação, já que o caminho até uma eventual decisão será todo nos Estados Unidos. A final da Copa, em 19 de julho, será em Nova Jersey, justamente onde o grupo está baseado.

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“Nosso grande objetivo dessa primeira fase era ficarmos em primeiro por questão de logística e facilitar o que a gente vem tendo [de estrutura], para ter melhores condições para os jogos”, resumiu o camisa 4.

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A caminhada do Brasil na primeira fase da Copa do Mundo chega ao fim nesta quarta-feira (24). A partir das 19h (horário de Brasília), a seleção canarinho encara a Escócia em Miami (Estados Unidos), pelo Grupo C.

Os brasileiros lideram a chave com os mesmos quatro pontos de Marrocos, mas ficam a frente pelo saldo de gols (três a um). Os escoceses, com três pontos, estão em terceiro, seguidos pelo Haiti, zerado.

O Brasil tem somente um desfalque. Com uma lesão no músculo posterior da coxa direita, Raphinha está fora. Por outro lado, o também atacante Neymar, recuperado de uma contusão grau dois na panturrilha direita, poderá, enfim, estrear na Copa do Mundo.

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Sem atuar há mais de um mês, o camisa 10 treinou sem restrições com o restante do grupo ao longo da semana.

Grupo indefinido

No mesmo horário do jogo em Miami, marroquinos e haitianos medem forças em Atlanta (Estados Unidos). Se os caribenhos já estão eliminados, os Leões do Atlas (apelido do time africano) ainda brigam pela liderança do grupo.

O primeiro critério de desempate seria o confronto direto, mas como Brasil e Marrocos ficaram no 1 a 1 em Nova Jersey (Estados Unidos), no último dia 13 de junho, a disputa será no saldo de gols.

Manter a primeira colocação do grupo é considerado essencial pela comissão técnica. Desta forma, o Brasil poderá seguir baseado em Nova Jersey, onde o grupo já está adaptado, pois os jogos até uma eventual final seriam todos nos Estados Unidos.

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Se ficar em segundo, a seleção verde e amarela terá de fazer o confronto dos 16 avos de final em Monterrey (México), retornando ao território norte-americano apenas a partir das oitavas de final. Em ambos os casos, o adversário do mata-mata sai do Grupo F, que tem Holanda, Suécia, Japão e Tunísia.

Existe, ainda, a possibilidade de classificação como um dos oito melhores terceiros colocados da fase de grupos. Isso pode ocorrer se o Brasil perder da Escócia e Marrocos empatar ou vencer o Haiti. Neste cenário, os brasileiros podem ter pela frente Alemanha, México ou a seleção que ficar em primeiro lugar no Grupo I (França ou Noruega).

De olho no rival

Na Escócia, a expectativa é buscar uma classificação histórica. Nas oito participações anteriores, a seleção do Reino Unido, apesar de tradicional, sequer passou de fase.

O país está de volta a um Mundial após 28 anos e não vencia um jogo de Copa desde 1990. O jejum acabou com o triunfo sobre o Haiti, por 1 a 0, em Boston (Estados Unidos), no último dia 13, com gol do meia John McGinn, campeão da Liga Europa pelo Aston Villa (Inglaterra).

Além dele, outros destaques do time escocês são o lateral Andy Roberson, companheiro do goleiro brasileiro Alisson no Liverpool (Inglaterra), e o volante Scott McTominay, destaque do Napoli (Itália). O lateral Kieran Tierney, hoje no Celtic (Escócia), foi elogiado, em entrevista coletiva, pelo atacante Gabriel Martinelli, com quem atuou no Arsenal (Inglaterra).

Freguês histórico

Na história das Copas, esta será a quinta vez que Brasil e Escócia medirão forças na competição. A seleção escosesa se tornará a segunda que os brasileiros mais enfrentaram nos Mundiais, igualando-se a Itália, Holanda, México e à antiga Tchecoslováquia – a Suécia lidera a estatística, com sete jogos.

Diante da Escócia na edição de 1998, César Sampaio marcou o gol mais rápido do Brasil em estreias de Copa do Mundo. Foto:Fifaworldcup/Divulgação

Em 1974, na Copa sediada na Alemanha, as seleções ficaram no zero. Oito anos depois, no Mundial da Espanha, o Brasil goleou por 4 a 1, de virada, com gols do meia Zico, do zagueiro Oscar, do atacante Éder e do volante Falcão.

Em 1990, na Itália, novo triunfo canarinho, com o atacante Müller definindo o placar em 1 a 0. Por fim, em 1998, na abertura do Mundial da França, o volante César Sampaio e o lateral Tom Boyd (contra) balançaram as redes na vitória por 2 a 1.

A última vez que Brasil e Escócia se enfrentaram foi em um amistoso no Emirates Stadium, em Londres (Inglaterra). A seleção canarinho venceu por 2 a 0, com dois gols de Neymar. A equipe, à época dirigida por Mano Menezes, teve Júlio César; Daniel Alves, Lúcio, Thiago Silva, André Santos; Lucas Leiva (Sandro), Ramires, Elano (Elias) e Jádson (Lucas Moura); Neymar e Leandro Damião (Jonas).

Mural em SP celebra futebol feminino um ano antes da Copa no Brasil

A exatamente um ano da data de início da Copa do Mundo de futebol feminino, que será sediada pelo Brasil em 2027, a capital paulista recebeu nesta quarta-feira (24) um mural criado pela artista visual Aline Bispo para animar a torcida pela seleção.

Localizada na Rua Mário de Alencar, próxima ao Beco do Batman, na Vila Madalena, na Zona Oeste de São Paulo, a obra faz parte de uma série de intervenções artísticas realizadas nas oito cidades-sede da competição.

A artista contou que a inspiração foi pensar na Copa Feminina como um momento épico e relacionar o esporte às mulheres que sonham e inspiram outras meninas e mulheres a acreditarem que podem ser e fazer o que desejarem.

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“Eu trago elementos que são essas mulheres celebrando e comemorando, pensando não só no gol, mas em tudo o que atravessa o futebol feminino. As espadas de São Jorge são um elemento que uso bastante no meu trabalho, então, quis colocar para deixar minha identidade presente”, explicou Aline à TV Brasil.

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A artista é reconhecida por sua pesquisa sobre miscigenação, gênero e sincretismos religiosos e étnicos no Brasil. Transitando entre as artes visuais, a literatura, a moda e o design, Aline tem obras em importantes coleções nacionais.

Sua trajetória inclui trabalhos para grandes instituições culturais e marcas brasileiras, além de uma atuação marcante na criação de murais que conectam arte, memória e representatividade.

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Além de São Paulo, as cidades de Fortaleza, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre também receberam um painel que traduz a paixão pelo futebol por meio da arte, sempre sob uma perspectiva feminina.

Todas as peças retratam a emoção coletiva das torcidas, momentos épicos dentro de campo e elementos que revelam a identidade cultural de cada território.

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O atraso de duas horas e meia na saída do voo de Nova Jersey para Miami fez com que a entrevista coletiva do técnico Carlo Ancelotti, marcada para 20h15 (horário de Brasília) desta terça-feira (22), tivesse início somente após 22h. Apesar do desgaste, o treinador reagiu com bom humor ao imprevisto do mau tempo nos Estados Unidos.

“É uma experiência muito bonita dar uma coletiva de imprensa às nove da noite [risos]”, disse o italiano, em referência ao horário local, uma hora atrasado em relação ao de Brasília.

Brincadeiras a parte, Ancelotti, naturalmente, foi questionado a respeito da volta de Neymar para o duelo contra a Escócia, nesta quarta-feira (24), às 19h, pela terceira e última rodada do Grupo C da Copa do Mundo. O atacante se recuperou de uma lesão grau dois na panturrilha direita, treinou normalmente durante a semana e pode estrear no quarto Mundial da carreira.

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“Neymar trabalhou bem esta semana e estamos muito contentes com sua volta. Obviamente que, com a qualidade dele, pode ajudar muito ao time”, comentou o técnico, respondendo, em seguida, quanto tempo o camisa 10 – que não atua há mais de um mês – teria condições de estar em campo.

“Ele pode jogar. Eu posso jogar 90 minutos caminhando [risos]. Ele treinou muito bem, estou muito feliz com ele”, brincou.

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Vaga de Raphinha

Neymar, porém, deve iniciar a partida como opção no banco de reservas, justamente pela falta de ritmo. Em relação à equipe que derrotou o Haiti por 3 a 0, na Filadélfia (Estados Unidos), sexta-feira passada (19), a única ausência certa é a do atacante Raphinha, que sofreu uma lesão no posterior da coxa direita.

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Embora não tenha confirmado o substituto do camisa 11, Ancelotti deu indícios de que o escolhido será Rayan. O ex-jogador do Vasco, atualmente no Bournemouth (Inglaterra), disputa o posto de titular com o também atacante Luiz Henrique.

“Acho que o Rayan, quando entrou no lugar do Raphinha [contra o Haiti], fez um bom jogo. Rayan tem muito potencial nesse aspecto [de “alargar o campo”, ou seja, atuar posicionado bem próximo à lateral e gerar espaços para infiltração]. Temos outros jogadores que podem se adaptar ao sistema, mas se precisarmos dessa amplitude, o Rayan pode fazer esse papel”, explicou o italiano, que rechaçou poupar o lateral Douglas Santos e o lateral Casemiro, pendurados com um cartão amarelo cada.

“Pensamos em ganhar o jogo com a melhor escalação possível. Não pensamos em cartão. Temos que jogar um jogo completo”, resumiu.

Vale a liderança

O Brasil lidera o Grupo C com os mesmos quatro pontos de Marrocos, ficando à frente pelo saldo de gols (três a um). A Escócia aparece em terceiro, com três pontos, seguida pelo Haiti, zerado. No mesmo horário do jogo em Miami, marroquinos e haitianos estarão se enfrentando em Atlanta (Estados Unidos), em duelo que impacta diretamente a classificação final.

A seleção brasileira quer terminar a chave na liderança. Não por conta do adversário – que viria do Grupo F, de Holanda, Japão, Suécia e Tunísia – e sim por logística. Nesse caso, a delegação pode seguir concentrada em Nova Jersey para o mata-mata.

Caso fique em segundo, o Brasil disputará o confronto dos 16 avos de final em Monterrey (México) e, se avançar, volta aos Estados Unidos, mas passando a ter bases itinerantes. Há, ainda, a possibilidade de passar como um dos oito melhores terceiros colocados, podendo atuar em território norte-americano ou mexicano, a depender do fim da primeira fase.

“Não vamos focar no jogo de Marrocos. Vamos pensar no que temos de fazer e fazê-lo bem. Melhorar o [que foi feito no] jogo contra o Haiti. A Escócia tem uma boa equipe, estão com a oportunidade de se classificar melhor no grupo”, finalizou Ancelotti.

veja as partidas desta quarta-feira

A terceira e última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo começa nesta quarta-feira (24), com seis partidas distribuídas entre os grupos A, B e C. O destaque da rodada é para a partida entre Brasil e Escócia, às 19h pelo Grupo C, em Miami.

No mesmo horário, será disputada a outra partida da chave, entre Marrocos e Haiti, em Atlanta. Como previsto pelo regulamento, os jogos de cada chave ocorrem de forma simultânea na última rodada da fase de grupos, de forma a evitar favorecimento a alguma seleção.

As primeiras partidas do dia serão pelo Grupo B, às 16h. Suíça e Canadá se enfrentam em Vancouver, enquanto a equipe de Bósnia e Herzegovina encara o Catar, em Seattle.

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A rodada do dia encerra às 22h com as partidas do Grupo A. O México enfrenta a República Tcheca, na Cidade do México; e a Coreia do Sul joga contra a África do Sul, em Monterrey.

Jogos desta quarta-feira, 24 de junho

16h – Suíça x Canadá (Grupo B)

16h – Bósnia e Herzegovina x Catar (Grupo B)

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19h – Escócia x Brasil (Grupo C)

19h – Marrocos x Haiti (Grupo C)

22h – República Tcheca x México (Grupo A)

22h – África do Sul x Coreia do Sul (Grupo A)

Classificação nos grupos

Brasil – 4 pontos; saldo de gols: 3

Marrocos – 4 pontos; saldo de gols: 1

Escócia – 3 pontos; saldo de gols: 0

Haiti – 0 ponto; saldo de gols: -4

Resultados das duas primeiras rodadas

1ª rodada

Brasil 1 x 1 Marrocos

Haiti 0 x 1 Escócia

2ª rodada

Escócia 0 x 1 Marrocos

Brasil 3 x 0 Haiti

Brasil e Marrocos chegam à última rodada com quatro pontos cada, ocupando as duas primeiras posições da chave. A Escócia aparece na sequência, ainda com chances de classificação, enquanto o Haiti precisa de vitória e combinação de resultados para avançar entre as melhores terceiras colocadas nos 12 grupos.

O confronto entre Brasil e Escócia é direto na disputa por vaga, enquanto Marrocos tenta confirmar a classificação diante do Haiti.

– Grupo A

México – 6 pontos; saldo de gols: 3

Coreia do Sul – 3 pontos; saldo de gols: 0

República Tcheca – 1 ponto; saldo de gols: -1

África do Sul – 1 ponto; saldo de gols: -2

Resultados das duas primeiras rodadas

1ª rodada

México 2 x 0 África do Sul

Coreia do Sul 2 x 1 República Tcheca

2ª rodada

República Tcheca 1 x 1 África do Sul

México 1 x 0 Coreia do Sul

México chega à rodada final já classificado, com seis pontos obtidos nas duas primeiras rodadas.

Sua adversária, a República Tcheca, entra em campo na busca de pontos que podem garantir a classificação – em uma disputa direta com as duas equipes que se enfrentarão na outra partida do grupo: África do Sul e Coreia do Sul.

Com três pontos nas duas primeiras rodadas, a Coreia do Sul depende apenas de si para garantir vaga.

– Grupo B

Canadá – 4 pontos; saldo de gols: 6

Suíça – 4 pontos; saldo de gols: 3

Bósnia e Herzegovina – 1 ponto; saldo de gols: -3

Catar – 1 ponto; saldo de gols: -6

Resultados das duas primeiras rodadas

1ª rodada

Canadá 1 x 1 Bósnia e Herzegovina

Catar 1 x 1 Suíça

2ª rodada

Suíça 4 x 1 Bósnia e Herzegovina

Canadá 6 x 0 Catar

O principal confronto do Grupo B será entre as duas equipes que lideram a chave: Canadá e Suíça, com quatro pontos cada. A liderança da chave, portanto, será decidida nesta partida de hoje, o que garante ainda mais emoção para o confronto.

Com um ponto cada, Bósnia e Catar também entram em campo precisando de vitória para, em uma combinação de resultados, manter chances de classificação.

Mau tempo atrasa voo do Brasil para Miami, sede do jogo com a Escócia

Com atraso, a seleção brasileira está a caminho de Miami, sede da partida desta quarta-feira (24), às 19h (horário de Brasília), contra a Escócia, pela última rodada do Grupo C da Copa do Mundo. Devido às condições climáticas ruins e, posteriormente, ao tráfego aéreo, o voo decolou duas horas e meia após o previsto.

Segundo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a saída da delegação do aeroporto de Newark, em Nova Jersey, estava marcada para 15h10 desta terça-feira (23). A decolagem, porém, foi liberada apenas às 17h45, segundo informado pela assessoria de imprensa da entidade.

Considerando a previsão de aproximadamente três horas de voo, a expectativa é que o avião chegue ao aeroporto de Fort Lauderdale, a 40 quilômetros de Miami, por volta das 20h45.

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O atraso impacta a programação da seleção brasileira, que tinha as entrevistas coletivas do técnico Carlo Ancelotti e do atacante Matheus Cunha marcadas para 20h15, no estádio. Ainda não há confirmação sobre a realização ou não do atendimento à imprensa.

O Brasil viaja para Miami com quase todo o grupo à disposição. A exceção é Raphinha, que sofreu uma lesão no músculo posterior da coxa direita na vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, na sexta-feira passada (19), na Filadélfia. A novidade é a presença do também atacante Neymar, recuperado de uma contusão grau dois na panturrilha direita.

A seleção brasileira está na liderança do Grupo C com os mesmos quatro pontos de Marrocos, ficando à frente pelo saldo de gols (três a um). A Escócia ocupa o terceiro lugar, com três pontos. O Haiti está na lanterna, zerado e já eliminado.

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Artilheiro da seleção portuguesa, Cristiano Ronaldo, o CR7, entrou para a história das Copas do Mundo durante a partida entre Portugal e Uzbequistão, em Houston, nos Estados Unidos, nesta terça-feira (23). 

O atacante fez dois gols ainda no primeiro tempo e se tornou o primeiro jogador a marcar em seis edições diferentes do mundial de futebol. Com o resultado, o português passou à frente do argentino Lionel Messi, que marcou em cinco edições.

Aos seis minutos, o veterano de 41 anos abriu o placar e fez o primeiro gol de Portugal. Ele aproveitou um cruzamento do companheiro de seleção Vitor Machado Ferreira, o Vitinha, se antecipou aos zagueiros uzbeques e balançou a rede.

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Pouco depois, aos 14 minutos, a seleção estreante, do Uzbequistão, fez falta em Pedro Neto, na entrada da área. O juiz pausou o jogo e deu cartão para Odiljon Xamrobekov. A torcida portuguesa, eufórica, pediu para Ronaldo bater a falta marcada perto da área.

No entanto, quem bateu foi Nuno Mendes, fazendo o segundo gol de Portugal. O jogador é considerado um dos melhores laterais da atualidade e joga no Paris Saint-Germain, na França.

No primeiro tempo, ainda antes do segundo gol de Portugal, os uzbeques também tiveram chances de marcar. Aos 17 minutos, por exemplo, Sherzod Nasrullaev tentou o chute, mas o goleiro Diogo Costa fez boa defesa e a bola não entrou.

Depois, aos 30 minutos, Azizjon Ganiev, da seleção da Ásia Central, fez um golaço de fora da área. O time uzbeque não contava com uma falta cometida contra João Cancelo, antes. O juiz pediu o VAR (árbitro de vídeo) e decidiu anular o gol.

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Com a desconcentração dos adversários, Cristiano Ronaldo aproveitou um contra-ataque e Portugal fez mais um gol, aos 39 minutos. 

O camisa 7 recebeu a bola dos pés de Bruno Fernandes e ficou de frente para o gol. O artilheiro teve outra chance, aos 41 minutos, mas a zaga uzbeque evitou. 

Com o segundo gol, Cristiano supera o saudoso Eusébio, que fez nove gols pela Seleção das Quinas, apelido da equipe portuguesa, em uma Copa do Mundo.

Gol contra

Na segunda etapa, Portugal manteve o domínio da partida. Ao cobrar escanteio, em uma jogada ensaiada, Bruno Fernandes enganou os adversários. Na confusão, o goleiro Abduvohid Nematov acabou marcando gol contra, aos 60 minutos, e não conseguiu esconder a decepção.

Aos 84 minutos, o goleiro uzbeque se redimiu ao fazer uma bela defesa do chute de Bruno Fernandes, impedindo que os portugueses ampliassem o placar. Mas a superioridade da seleção do país ibérico era muito maior em campo e, aos 87 minutos, Rafael Leão, no rebote, aumentou a vantagem com um chute forte, marcando o quinto gol da seleção portuguesa.

Portugal teve outras boas chances de gol, testou jogadas ensaiadas com bola parada e dominou a posse de bola em mais da metade do jogo, enquanto a equipe uzbeque não conseguiu criar oportunidades e teve dificuldade para trocar passes em campo.

Liderança

Com o resultado, Portugal disputa a liderança do Grupo K com a Colômbia. Os países se enfrentam no sábado (27), em Miami, na última rodada. No mesmo dia, o Uzbequistão, lanterna do grupo, encara a República Democrática do Congo, em Atlanta.

A posição no grupo depende do resultado do jogo entre Colômbia e RD Congo, às 23h desta terça-feira (23). As seleções se enfrentam no México.

Filme resgata campanha histórica da seleção feminina em 1988

A campanha da seleção brasileira feminina no Torneio Experimental da Fifa, disputado na China em 1988 — considerado o embrião da Copa do Mundo da modalidade — é reconstituída no documentário Brasil 88: Depois do Silêncio, lançado nesta terça-feira (23) em uma sessão no Cine Brasília.

Produzido pelo Ministério do Esporte, o filme resgata a trajetória das primeiras jogadoras brasileiras reconhecidas internacionalmente e destaca o papel da equipe na consolidação do futebol feminino no país.

Brasil 88: Depois do Silêncio reúne imagens de arquivo e depoimentos das atletas e mostra como a equipe conquistou o terceiro lugar em meio a dificuldades estruturais e a um contexto de forte preconceito.

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Entre 1941 e o início da década de 1980, o futebol feminino foi proibido no Brasil. Mesmo após a liberação, as jogadoras atuavam sem apoio financeiro e com pouca visibilidade.

O documentário integra as ações da Semana Nacional do Esporte, evento que dialoga com a Copa do Mundo feminina de 2027, que será realizada no Brasil. A iniciativa busca preservar a memória das atletas e aproximar novas gerações de uma história que marcou o início da modalidade no país.

Campanha na China

A campanha brasileira no torneio de 1988 teve início com derrota por 1 a 0 para a Austrália. Na rodada seguinte, a equipe começa a pegar ritmo vencendo a Noruega por 2 a 1 — adversária que era considerada uma das principais forças da época.

Na sequência, goleou a Tailândia por 9 a 0 e garantiu a classificação. Nas quartas de final, o Brasil venceu a Holanda por 2 a 1. Na semifinal, voltou a enfrentar a Noruega, mas acabou derrotado por 2 a 1, resultado que tirou a equipe da decisão.

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Na disputa pelo terceiro lugar, empatou em 0 a 0 com a China. A partida foi para disputa de pênaltis. Com a vitória, a seleção feminina assegurou a histórica medalha de bronze.

Relatos das jogadoras

Treze atletas que participaram da campanha estavam no evento em Brasília. Elas destacaram o espírito de superação da equipe e as dificuldades enfrentadas.

Artilheira do torneio, Cebola afirmou que a campanha foi resultado da entrega do grupo. Segundo ela, a equipe poderia ter alcançado resultado ainda melhor, caso tivessem obtido mais apoio dos dirigentes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

“Não nos ajudaram com nada. Foi tudo na raça, diante de muito preconceito”, disse a primeira artilheira de uma competição feminina da Fifa, com seis gols durante o torneio – cinco deles durante a goleada diante da Tailândia.

A atacante Michael Jackson destacou o entrosamento do grupo e a qualidade técnica da equipe. Já a capitã Caju afirmou que a trajetória representa a capacidade das mulheres de ocupar espaços no esporte.

“Foi uma equipe que jogava com amor e vontade de vencer, mesmo em um período em que mulheres não podiam jogar futebol”, disse.

Outras jogadoras também relataram dificuldades no período. Russa afirmou que o grupo esperava maior reconhecimento após a competição. Fia Paulista relatou que precisou abandonar a carreira por falta de condições financeiras. Suzana destacou que jogar futebol, à época, era visto como afronta social.

Sissi afirmou que a realização da Copa do Mundo de 2027 no país representará a concretização de um sonho da geração.

Reconhecimento

Documentário sobre primeira seleção brasileira feminina de futebol, por Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Durante a cerimônia de lançamento do filme, o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, destacou a importância histórica das jogadoras.

“O governo reconhece a luta e o significado de vocês para o nosso povo. Se os homens desbravaram o futebol brasileiro na década de 1930, vocês o fizeram na de 1980. Agora vamos trabalhar pela igualdade de condições entre mulheres e homens”, afirmou.

O ministro também disse que pretende criar uma contribuição especial para garantir melhores condições de vida às atletas da geração pioneira.

A secretária extraordinária para a Copa do Mundo feminina de 2027, Juliana Agatte, ressaltou o papel do filme no resgate da memória.

“Falar de passado é falar de história. Falar de história é reconhecer. Esse filme mostra um pouco da trajetória dessas mulheres pioneiras do futebol feminino brasileiro”, disse. Ela também defendeu maior presença feminina na gestão do esporte.

Impacto entre estudantes

A sessão no Cine Brasília reuniu cerca de 200 estudantes da rede pública do Distrito Federal. Entre eles, integrantes de equipes de base do futsal.

A estudante Sofia Mendes, da equipe Elite, afirmou que o filme confirmou relatos que já havia escutado de sua mãe, uma ex-jogadora de futebol, sobre a seleção de 1988. “Elas eram guerreiras que não desistiam nunca”, disse.

Já Sarah Gabrielly, de 12 anos, afirmou que o filme mostra como o esporte pode contribuir para a formação pessoal.

“Elas jogaram em um contexto difícil. O futebol ensina a superar desafios”, afirmou.

Brasil 88: Depois do Silêncio

O documentário Brasil 88: Depois do Silêncio reforça a importância da geração de 1988 na consolidação do futebol feminino brasileiro.

A trajetória das jogadoras — marcada por ausência de estrutura e superação — é apresentada como base do avanço da modalidade nas décadas seguintes.

Segundo o ministério do Esporte, ao resgatar essa história, o filme contribui para ampliar o reconhecimento das pioneiras e para valorizar a presença das mulheres no esporte.

 

Com dúvida na direita, Brasil encerra preparação para encarar Escócia

A seleção brasileira finalizou, na manhã desta terça-feira (23), os preparativos para o último jogo pelo Grupo C da Copa do Mundo. Nesta quarta-feira (24), às 19h (horário de Brasília), o Brasil enfrenta a Escócia, em Miami.

A última atividade no Columbia Park, o centro de treinamento do New York Red Bulls, em Nova Jersey, antes da partida, contou com 25 dos 26 convocados por Carlo Ancelotti. 

O atacante Raphinha, com uma lesão no músculo posterior da coxa direita, a mesma que o afastou dos gramados por quase dois meses no começo do ano, foi a única ausência. O goleiro Alisson, poupado por controle de carga na segunda-feira (22), trabalhou normalmente com o grupo.

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Pelo terceiro dia consecutivo, Neymar treinou sem restrições junto dos companheiros durante os 15 minutos de atividade a que a imprensa teve acesso. A expectativa é que o atacante seja relacionado pela primeira vez nesta Copa. 

Recuperado de uma lesão grau na panturrilha direita, o camisa 10 não atua desde o dia 17 de maio, na derrota do Santos para o Coritiba, por 3 a 0, na Neo Química Arena, em São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro.

Mais uma vez, Ancelotti não deu pistas à imprensa de qual time vai a campo diante da Escócia. Em relação à equipe que venceu o Haiti por 3 a 0 na sexta-feira (19), na Filadélfia, pelo menos uma troca terá de ser feita, devido à lesão de Raphinha.

Acostumados ao lado direito do ataque, Rayan e Luiz Henrique são os favoritos. Apesar da preferência pela outra ponta, o também atacante Gabriel Martinelli, que é destro, já foi usado por ali pelo técnico em um amistoso contra a França, em março deste ano. Aliás, o jogador do Arsenal, da Inglaterra, se colocou à disposição do italiano, em entrevista coletiva na segunda-feira.

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Carlo Ancelotti não deu pistas à imprensa de qual time vai a campo diante da Escócia – Foto: Reuters/Vincent Carchietta/proibida reprodução

Pensando na próxima fase, há, ainda, a possibilidade de que dois titulares sejam preservados: Douglas Santos e Casemiro. O lateral-esquerdo e o volante estão pendurados. Se receberem um novo cartão amarelo contra a Escócia, ficam fora do primeiro jogo do mata-mata. Caso Ancelotti os poupe, as opções imediatas são Alex Sandro e Fabinho, respectivamente.

A delegação do Brasil viaja ainda nesta terça para Miami. A partir das 20h15, já no palco da partida de quarta, Ancelotti e mais um jogador concederão entrevista coletiva.

A seleção brasileira lidera o Grupo C com os mesmos quatro pontos de Marrocos, mas fica à frente pelo saldo de gols (três a um). A Escócia figura em terceiro, com três pontos, enquanto o Haiti, eliminado, ainda não pontuou.

A equipe verde e amarela quer finalizar a primeira fase na ponta para seguir baseada em Nova Jersey no mata-mata. Nesse cenário, a caminhada até uma eventual decisão será toda nos Estados Unidos. Caso fique em segundo lugar, a delegação brasileira terá de ser “itinerante”, já que o compromisso pelos 16 avos de final seria em Monterrey, no México. Aí avançando, o duelo seguinte (oitavas de final) volta para território norte-americano.

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