Convocação final para a Copa terá Museu do Amanhã como palco

O Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, será o palco da convocação final da seleção brasileira para a Copa do Mundo. O anúncio foi realizado nesta sexta-feira (24) pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). No dia 18 de maio, a partir das 17h (horário de Brasília), o técnico italiano Carlo Ancelotti anunciará a relação de 26 atletas que representarão o Brasil no Mundial disputado no México, no Canadá e nos Estados Unidos.

Próximos compromissos

Após a convocação a seleção se apresentará no 25 de maio na Granja Comary. Depois, o Brasil fará um jogo de despedida da torcida brasileira. A seleção enfrentará o Panamá no dia 31 de maio no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Por fim, no dia 6 de junho, uma semana antes da estreia do Brasil no Mundial, a seleção enfrenta o Egito em seu último amistoso antes da estreia. A partida será disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland.

Brasil na Copa

O Brasil está no Grupo C do Mundial de 2026. A estreia será contra Marrocos, no dia 13 de junho no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Na segunda rodada, o Brasil encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 21h30. Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, às 19h.    

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Os ouros de Sarah Menezes, Rafaela Silva e Beatriz Souza tornaram o judô feminino protagonista na modalidade que mais rendeu medalhas olímpicas ao Brasil. Uma trajetória que inicia na edição de Pequim (China), em 2008, com Ketleyn Quadros se tornando a primeira judoca brasileira em um pódio nos Jogos. Aquele bronze inspirou Larissa Pimenta a repetir o feito duas vezes, em Tóquio (Japão), em 2021, e Paris (França), em 2024.

“O Brasil é um país que está começando a ter muitas referências de mulheres no esporte. O que elas constroem motiva mais mulheres a virem, a quererem lutar e, consequentemente, termos mais mulheres [envolvidas com esporte] no geral”, afirmou Larissa.

De fato, o interesse feminino por esportes no país subiu 25% entre 2020 e 2025, segundo um estudo do Instituto Ibope Repucom, superando a média nacional (19%). E nenhum esporte cresceu tanto quanto o skate no período, marcado pelas medalhas olímpicas (prata em Tóquio e bronze em Paris) e os quatro títulos do circuito mundial de Rayssa Leal. O apelo da modalidade junto às mulheres evoluiu 49%.

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“Ela [Rayssa] é uma referência aspiracional do esporte, mas o skate também tem um forte componente de estilo de vida. A partir do momento no qual o skate vira uma modalidade olímpica, nos Jogos de Tóquio, com alto desempenho e medalhas para o Brasil, ele ganha um novo patamar”, analisou o coordenador do Ibope Repucom, Danilo Amancio.

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Futebol em alta

O esporte mais popular do país ainda não é o que encabeça o interesse feminino, mas está em alta. O estudo indica que 64% das mulheres se consideram fãs de futebol. A modalidade divide o terceiro posto na estatística com a natação e o vôlei de praia. A ginástica artística lidera com 72%, seguida pelo vôlei de quadra (69%).

“As mulheres apresentaram um crescimento na ordem de 5% ao ano. Alguns fatores são importantes, como a maior visibilidade dos produtos e torneios femininos, especialmente em TV aberta. E o mundo digital trouxe novas alternativas para um melhor e mais fácil relacionamento com novos nomes, novas atletas”, avaliou Danilo.

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No evento em que o Sesi São Paulo recebeu o selo de Clube Formador da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pelo trabalho no futebol de base feminino, a reportagem da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) conversou com atletas da equipe sub-15 da agremiação. As referências da nova geração vão além dos nomes que se popularizaram ao longo dos anos, como Formiga, Cristiane e Marta.

A volante Marília, por exemplo, declarou ser fã de Angelina, do Orlando Pride (Estados Unidos) e capitã da seleção brasileira e que atua na mesma posição. Já Maria Teresa, a Teca, disse admirar a também goleira Lorena, que está no Kansas City Current, outro time da liga norte-americana, mas que sua referência é uma atleta já aposentada – e que já deu bastante trabalho ao Brasil.

“A [jogadora] que mais me inspira é a [ex-goleira norte-americana] Hope Solo. Era fora de série e acho que tinha um jeito de jogar parecido com o meu, o que é intrigante”, comentou Teca.

Vale lembrar que a TV Brasil transmite o Campeonato Brasileiro Feminino de futebol, ao vivo. No Fifa Series, torneio amistoso organizado pela Federação Internacional da modalidade (Fifa) e realizado em Cuiabá, que teve o Brasil campeão após triunfos sobre Coreia do Sul, Zâmbia e Canadá, a seleção verde e amarela teve 11 atletas que atuam na competição nacional.

Copa Feminina

O crescimento do apelo feminino no futebol se reflete no interesse demonstrado pela Copa do Mundo masculina de 2026 (71%). Em 2014, quando o Mundial foi no Brasil, o apelo era de 59%.

No ano que vem, o país será sede, pela primeira vez, da Copa Feminina. Segundo o estudo, 65% dos brasileiros – homens e mulheres – se declaram fãs do evento. De acordo com Danilo, do Ibope Repucom, há potencial para os números crescerem até 2027 e, quem sabe, superarem os de 2014, quando o percentual de interesse pela competição em casa foi de 67%.

“O Brasil ser o país-sede vai gerar maior interesse natural e pela ampla cobertura que teremos no dia a dia. O fator Copa 2026 e, logo na sequência, uma Copa do Mundo Feminina aqui, por todos os fatores de contato imediato, tendem a ser motores essenciais para acelerar o crescimento do interesse feminino, e geral, pelo futebol feminino”, concluiu o coordenador.

Brasileiro vira manchete por ato de empatia na Maratona de Boston

O brasileiro Robson Gonçalves de Oliveira virou notícia esta semana por sua participação na Maratona de Boston (EUA). Mas o que chamou a atenção geral não foi a performance esportiva do operador de máquinas de 36 anos, mas a sua solidariedade e empatia em relação a outro participante da prova.

Robson, que é operador de máquina em uma empresa de caminhões em São Bernardo do Campo, São Paulo, iniciou a prova, na última segunda-feira (20), com um objetivo claro, terminar abaixo do tempo de 2h40min, superando desta forma a sua melhor marca pessoal em uma prova desta distância.

Porém, os planos do brasileiro mudaram nos metros finais da prova, quando viu à distância o norte-americano Ajay Haridasse, de 21 anos, que estava completamente exausto, mau conseguindo ficar de pé. Naquele momento o britânico Aaron Beggs, que também participava da prova, estava amparando o jovem corredor.

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Diante da cena, Robson também parou, abrindo mão da possibilidade de alcançar seu melhor tempo em uma maratona, e se juntou ao esforço para permitir que Ajay Haridasse alcançasse a linha de chegada.

“Foi um decisão de segundos. Quando entrei na avenida final da maratona, faltando alguns metros para conseguir o meu melhor tempo, vi, à distancia, o Ajay Haridasse em colapso. Eu sabia que não teria forças sozinho para ajudá-lo. No momento eu pensei: Deus, se alguém parar, eu também vou ajudá-lo. E Deus foi tão generoso conosco que o Aaron Beggs parou, e eu sabia que poderia ajudar, pois dois são mais fortes do que apenas um. Grato a Deus pela força que nos deu naquele momento, e pelo Haridasse não ter desistido. Meu amigo você foi muito forte. Parabéns pela prova. Este é o espírito de Boston”, afirmou o brasileiro em uma postagem na internet.

Ao realizar o ato de generosidade, Robson encerrou a prova com o tempo de 2h44min, perdendo a oportunidade de bater seu recorde pessoal, mas virou manchete em veículos de comunicação de várias do mundo por mostrar que o esporte também é um espaço para a generosidade e a empatia.

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O Palmeiras encaminhou a classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil após derrotar a Jacuipense pelo placar de 3 a 0, na noite desta quinta-feira (23) no Allianz Parque, em São Paulo.

Desta forma, o Verdão avança na competição mesmo se for derrotado por dois gols de diferença no confronto de volta, que será disputado no Estádio do Café, em Londrina, no dia 13 de maio, a partir das 21h30 (horário de Brasília).

A equipe comandada pelo técnico português Abel Ferreira foi muito superior desde o primeiro toque na bola. E o Palmeiras conseguiu abrir o marcador logo aos nove minutos do primeiro tempo, com o atacante paraguaio Ramón Sosa em cobrança de pênalti.

Aos 36 minutos o trabalho do Verdão foi facilitado após a expulsão do zagueiro JP Talisca, que deu um carrinho forte em Lucas Evangelista. A partir daí os paulistas passaram a criar ainda mais oportunidades, e conseguiram ampliar aos 53 minutos com Felipe Anderson.

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Após o intervalo, a equipe de Abel Ferreira precisou de apenas nove minutos para chegar ao terceiro, novamente com Ramón Sosa em cobrança de pênalti. A partir daí o Palmeiras tirou o pé do acelerador e o placar permaneceu sem mais alterações.

Outros resultados:

Operário-PR 0 x 0 Fluminense
Atlético-MG 2 x 1 Ceará
Athletico-PR 0 x 0 Atlético-GO

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