Brasileiro Raphinha é finalista do prêmio de melhor do mundo da Fifa

O atacante brasileiro Raphinha, da seleção brasileira e do Barcelona (Espanha), é um dos 11 finalistas do prêmio de melhor jogador do The Best 2025, premiação da Fifa que aponta os melhores do mundo na última temporada.

Na disputa, o brasileiro terá pela frente nomes de peso do futebol atual como os franceses Ousmane Dembélé, do PSG (França), e Kylian Mbappe, do Real Madrid (Espanha), o espanhol Lamine Yamal, do Barcelona (Espanha), e o inglês Harry Kane, do Bayern de Munique (Alemanha).

Também foram indicados ao prêmio o marroquino Achraf Hakimi, do PSG, o inglês Cole Palmer, do Chelsea (Inglaterra), o egípcio Mohamed Salah, do Liverpool (Inglaterra), o espanhol Pedri, do Barcelona, e os portugueses Nuno Mendes e Vitinha, ambos do PSG.

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Mundial Sub-17 Feminino: Brasil luta, mas perde para Coreia do Norte

A Fifa informou que a relação de 11 finalistas do prêmio de melhor jogador masculino foi elaborada por um painel de especialistas. Agora, o grande vencedor será definido por meio de uma votação (que começou nesta quinta e irá até o dia 28 de novembro) que contará com indicações de técnicos e capitães das seleções masculinas das 211 federações-membro da FIFA, representantes da mídia (jornalistas especializados em futebol) e torcedores cadastrados no site FIFA.com.

Seleção brasileira de handebol é convocada para Mundial Feminino

A seleção brasileira feminina de handebol foi convocada nesta quinta-feira (6) para o Campeonato Mundial com início em 26 de novembro na Alemanha e Países Baixos. Na lista estão 18 jogadoras, o técnico Cristiano Rocha mesclou experiência e renovação. Um dos destaques é o retorno da ponta-direita Alexandra Nascimento (Alê), de 43 anos, eleita melhor jogadora do mundo em 2012, que participou da conquista do inédito título mundial da Amarelinha em 2013. Atualmente, Alê atua no clube Handball Erice (Itália).

Já a nova geração do Brasil conta com atletas que nunca disputaram Mundiais: Jamily Nascimento, Maria Grasielly Brasil, Micaela da Silva, Milena Menezes e Sabryne Souza. A estreia da seleção será contra Cuba, em 26 de novembro (uma quarta-feira), pelo Grupo G, que tem ainda Suécia e República Tcheca. O Mundial reunirá ao todo 32 seleções, divididas em oito grupos de quatro equipes.

Alexandra está de volta à seleção que disputará o Mundial de Handebol feminino. Eleita melhor jogadora do mundo em 2012, foi destaque na conquista do Brasil no título mundial de 2023 e é a maior artilheira em Olimpíadas – participou das edições de Atenas 2004, Pequim 2008, Londres 2012, Rio de Janeiro 2016 e Tóquio 2020 – CBHb/Direitos Reservados

“Temos um grupo competitivo, com jogadoras adversárias que atuam nas principais ligas do mundo. A estreia contra Cuba é fundamental para ganharmos confiança. A República Tcheca tem qualidade, mas já mostramos que podemos vencê-las. E a Suécia, uma das favoritas, exigirá o nosso melhor – e estamos preparados para isso. Acredito que podemos chegar forte no Main Round [etapa principal]”, projetou o técnico, prestes a disputar o terceiro Mundial consecutivo no comando da seleção – o primeiro foi em 2021 (6ª posição) e depois em 2023 (9ª).

A partir de 17 de novembro, as convocadas iniciarão a preparação na Holanda. A Amarelinha fará treinamentos conjuntos com a seleção holandesa, uma das favoritas ao título. Além disso, as brasileiras enfrentarão as holandesas em amistoso internacional no dia 22 de dezembro (um sábado).

Todos os jogos do Brasil na primeira fase ocorrerão em Stuttgart (Alemanha). Depois de Cuba, a seleção terá pela frente a República Tcheca em 29 de novembro, e encerra a fase de grupos contra a Suécia, em 1º de dezembro.

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Convocadas

PIVÔS

Marcela Santos Arouinian  (Saint Amand Handball PH – França)

Milena Maria de Souza Menezes (Szombathely – Hungria)

Sabryne Santos Souza (São Pedro do Sul – Portugal)

CENTRAIS

Jhennifer Rosa Lopes dos Santos (Saint Amand Handball PH – França)

Maria Grasielly Pereira Brasil (Gurpea Beti-Onak – Espanha)

Patricia Matieli Machado (MKS Zaglebie Lubin – Polônia) 

ARMADORAS

Bruna Aparecida Almeida de Paula  (Györ Audi ETO KC – Hungria)

Gabriela Clausson Bitolo  (Tus Metzingen – Alemanha)

Giulia Guarieiro  (Thüringer HC – Alemanha)

Kelly de Abreu Rosa  (Dunaujvaros Kohász KA – Hungria)

Mariane Cristina Oliveira Fernandes  (MKS Zaglebie Lubin – Polônia)

Micaela Rodrigues da Silva  (BM Bera Bera – Espanha)

PONTAS-ESQUERDAS

Jamily Beatriz do Nascimento Felix  (Clube Português – Brasil)

Larissa Fais Munhos Araújo (CSM Corona Brasov – Romênia)

PONTAS-DIREITAS

Alexandra Priscila do Nascimento Martinez  (Handball Erice – Itália)

Jéssica Quintino Ribeiro (CSM Baia Mare – Romênia)

GOLEIRAS

Gabriela Gonçalves Dias Moreschi  (CSM Bucharest – Romênia) 

Renata Laís de Arruda (Gloria Bistrita – Romênia)

Dupla de Stefani vira sobre atual campeã e vai à semi do WTA Finals

A dupla da brasileira Luisa Stefani com húngara Timea Babos garantiu nesta quinta-feira (6) a classificação às semifinais do WTA Finals com vitória de virada sobre as atuais campeãs Gabriela Dabrowski (Canadá) e Erin Routliffe (Nova Zelândia). É a primeira vez que uma representante do país chega às semifinais do torneio, que reúne as oito melhores duplas da temporada. Stefani e  Babos (cabeça de chave 7) derrotaram as adversárias (cabeça de chave 3) por 2 sets a 1 (parciais de 2/6, 7/5 e 10-5), em Riad (Arábia Saudita).

A parceria Brasil-Hungria avançou em segundo lugar no Grupo B (Liezel Huber) e terá pela frente na semi a única dupla invicta no WTA Finals, formada pela taiwanesa Su-wei Hsieh e a letã Jelena Ostapenkko – elas terminaram a fase de grupos (Martina Navratilova) na liderança. O jogo que garantirá vaga na final será nesta sexta-feira (7), em horário ainda indefinido.

“Eu nunca estive preparada para voltar para casa. Isso não funciona no tênis, precisávamos lutar e foi isso o que fizemos. Teve um ponto decisivo no segundo set onde salvamos algumas bolas, muita energia, acabamos quebradas a seguir, mas o momento mudou para mim e para nós também. Disse à Timea que tinha um motivo por ter vencido esse torneio três vezes e no final ela jogou demais e tivemos um grande esforço de equipe para vencer essa partida. As adversárias são duras, tínhamos perdido dois jogos para elas, mas lutamos e estamos orgulhosas”, comemorou Stefani, estreante na competição, referido-se à parceira que detém três títulos de duplas de WTA Finals (2017, 2018 e 2019).

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Buscando a liderança do Brasileiro, Flamengo enfrenta o São Paulo

As adversárias na semi, Hsieh e Ostapenko, iniciaram a competição como cabeça de chave 6. Neste ano, elas foram vice-campeãs dos torneios de Wimbledon, Dubai e Aberto da Austrália. Já Stefani e Babos, foi a sétima dupla melhor do ano, com três títulos: um WTA 250 SP Open e três WTA 500 – Linz (Áustria(, Estrasburgo (França).  

Tênis em cadeira de rodas do Brasil soma 3 ouros no Parapan de Jovens

O tênis em cadeira de rodas foi um dos destaques brasileiros desta quarta-feira (5) nos Jogos Parapan-Americanos de Jovens, que estão sando disputados em Santiago (Chile), com a conquista de três ouros e uma prata. O atletismo do Brasil também brilhou, com mais 11 pódios (oito dourados, dois de prata e um de bronze).

No tênis em cadeira de rodas, um dos ouros veio com a mineira Vitória Miranda, que conquistou o bicampeonato na disputa feminina após superar na decisão a colombiana Paula Meza por 2 sets a 1 (parciais de 3/6, 6/3, 6/0). “Comecei o jogo tensa, ansiosa demais para acabar o ponto. No segundo set eu abri 5/1, dei uma enrolada e consegui fechar 6/3. Aí no terceiro set eu entrei mais relaxada, consegui fazer meu jogo e fechei 6/0”, afirmou a brasileira.

Já na disputa masculina o Brasil garantiu uma dobradinha, com Luiz Calixto derrotando Lucas Dutra na decisão pelo placar de 2 sets a 0 (6/0, 6/1) para ficar com o ouro.

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A terceira medalha dourada brasileira no tênis em cadeira de rodas foi conquistada nas duplas mistas, com Luiz Calixto e Vitória Miranda superando os colombianos Paula Meza e Martínez Sanchez por 2 sets a 0 (6/1, 6/1) na final.

Com todas as medalhas somadas nesta quarta o Brasil permanece na liderança do quadro geral de medalhas, com o total de 51 pódios (29 ouros, 15 pratas e sete bronzes).

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