Audiência do Brasileirão Feminino tem alta de 41% na TV Brasil e RNCP

As emoções da finalíssima do Campeonato Brasileiro Feminino Série A1, que consagrou o Corinthians como campeão da temporada, chegaram a alcançar 228.697 telespectadores em todo o país. Com a participação do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, o alcance individual foi 152.039 e a audiência média domiciliar de 0,13. Em 2024, a final marcou média de 0,11 com alcance de 121.776 indivíduos.

Os números são da Kantar Ibope Media e levam em conta a transmissão realizada pela TV Brasil e pela Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) no dia 14 de setembro.

Na RNCP, a final foi transmitida por 11 das 13 emissoras monitoradas e marcou média de 0,12, considerando o jogo e a cobertura pré e pós-transmissão. Em 2024, nove emissoras transmitiram o jogo da final e o alcance foi de 166.265 indivíduos.

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“A TV Brasil e a RNCP comemoram os resultados alcançados. Estamos falando de transmissões que não apenas levam o esporte para milhares de lares, mas que também reforçam a importância da visibilidade e do protagonismo das mulheres no futebol”, afirma Antonia Pellegrino, diretora de Conteúdo e Programação da EBC.

Para o levantamento, foram aferidos os seguintes mercados: TV Brasil (RJ, SP e DF), Grande Florianópolis (TV UFSC), Grande Goiânia (TV UFG), Grande Recife (TVU), Manaus (TV Encontro das Águas), Grande Porto Alegre (TVE), Grande Salvador (TVE Bahia), Grande Belém (TV Cultura do Pará), Grande Fortaleza (TV Ceara), Grande Belo Horizonte (Rede Minas) e Grande Vitória (TVE Espírito Santo).

A tela do futebol feminino

Além da Série A1, a TV Brasil apresentou em seu cardápio as séries A2 e A3 do Brasileirão Feminino de Futebol, além das categorias Sub-20 e Sub-17. Também foram transmitidas as emoções da Conmebol Copa América de Futebol Feminino. Em 2025, foram mais de 130 horas de jogo, passando por mais de 30 estádios e totalizando mais de 170 gols.

O Brasileirão Feminino Série A1 registrou um crescimento de 23% na audiência média em relação ao ano anterior, com destaque para as praças do Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo. Nessas localidades, o aumento da audiência veio acompanhado com um aumento de alcance médio em 11% (de 122 mil domicílios por jogo para 135 mil) e aumento do tempo médio domiciliar de 16% – o que representou uma média de quase 4 minutos a mais por partida, de 24 minutos para 28 minutos.

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Com a participação da RNCP, o campeonato registrou aumento de 41%. Foram mais de 3,6 milhões de indivíduos em comparação com os 2,7 milhões de 2024. Os resultados demonstram que o futebol feminino está atingindo um público cada vez maior no país inteiro.

Wanna Brito e Antônia Keyla brilham com ouros e recordes

Em dia de recordes de Wanna Brito e Antônia Keyla, o Brasil teve uma jornada dourada nesta quinta-feira (2) no Mundial de atletismo paralímpico disputado em Nova Déli (Índia) e permaneceu na liderança do quadro geral de medalhas com 36 pódios no total (12 ouros, 17 pratas e sete bronzes).

Um dos ouros brasileiros desta quinta foi conquistado pela amapaense Wanna Brito. Na prova do arremesso de peso F32 (paralisados cerebrais) ela alcançou a marca de 8,49 metros para estabelecer um novo recorde mundial da prova.

“Estou muito feliz. Dei meu máximo, meu braço está doendo até agora. […] Quando eu perdi nos clubs, eu fiquei meio triste, mas ainda tinha o peso, e eu sabia que ia dar certo. E deu certo. Hoje foi meu dia. Eu senti que ia dar bom. O club é uma prova mais de extremos. No peso, eu consigo fazer melhor, é um movimento mais fechado, menos instável. O recorde de 8,18 metros eu sabia que dava para fazer. A distância que eu alcancei hoje, eu nunca tinha feito. Foi a primeira vez. 8,49 metros eu nunca tinha feito. Estou muito feliz”, declarou a brasileira.

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Outra medalha com direito a recorde mundial foi garantida por Antônia Keyla nos 1.500 metros T20 (deficiência intelectual), graças ao tempo de 4min19s22. “Eu trabalhei muito. Não foi um ciclo, foi a vida toda. Correr é o meu dom, é o que eu sei fazer. Eu estou tão feliz e grata”, disse a piauiense.

A equipe brasileira garantiu mais dois ouros em provas de 400 metros. Uma delas veio com a potiguar Maria Clara Augusto na classe T47 (deficiência nos membros superiores), que fez o tempo de 56s17. A segunda foi garantida pelo maranhense Bartolomeu Chaves, na classe T37 (paralisados cerebrais) com o tempo de 50s13.

Por fim, o Brasil garantiu duas pratas, com Thiago Paulino no lançamento de disco F57 (que competem sentados) e com o paulista Thomaz Ruan nos 400 metros T47 (defiiência nos membros superiores).

Corinthians inicia busca pelo hexa com empate

Atual campeão da Copa Libertadores de futebol feminino, o Corinthians estreou na competição com um empate por 1 a 1 com o Independiente Dragonas (Equador), na noite desta quinta-feira (2) no Estádio Francisco Sola, em Banfield (Argentina).

Com este resultado, as Brabas do Timão, que buscam o sexto título da competição, dividem a 2ª posição do Grupo A com a equipe equatoriana. A liderança da chave é do Santa Fe (Colômbia), que goleou o Always Ready (Bolívia) por 4 a 0.

As atuais campeãs da Série A1 do Brasileiro Feminino saíram na frente no marcador, graças a gol de pênalti da meio-campista Gabi Zanotti aos 11 minutos do primeiro tempo. Porém, já nos acréscimos da etapa final, o Independiente Dragonas igualou com um chute de Valencia, que fez a bola entrar no ângulo do gol defendido por Nicole.

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Estreia com vitória

Quem estreou com vitória na competição foi a Ferroviária. As Guerreiras Grenás superaram a Adiffem (Venezuela) por 1 a 0 no estádio Nuevo Francisco Urbano, em Morón.

Em um confronto muito parelho, a Ferroviária garantiu a vitória graças a um gol contra da zagueira Emperatriz García aos 41 minutos do segundo tempo. A vitória deixou as Guerreiras Grenás na liderança do Grupo B com três pontos.

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