Brasil abre Mundial de atletismo paralímpico com ouro

O primeiro dia de provas do Mundial de Atletismo Paralímpico, em Nova Delhi, na Índia, foi altamente produtivo para os atletas brasileiros. Neste sábado (27), dois deles conquistaram ouros e aumentaram a coleção de títulos mundiais.

Petrúcio Ferreira chegou ao penta nos 100 metros T47 (deficiência nos membros superiores), enquanto Beth Gomes alcançou o tetra no lançamento de disco F53 (atletas que competem sentados).

O saldo do primeiro dia teve ainda mais duas pratas, com Yeltsin Jacques, nos 5.000m T11 (deficiência visual) e Vinícius Cabral nos 100m T71 (petra).

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Disputa

O pentacampeonato do paraibano Petrúcio Ferreira veio em uma final extremamente disputada. O velocista ficou em primeiro com o tempo de 10s66, mas a diferença para o segundo colocado, o chinês Shi Kangjun, foi de apenas dois centésimos, enquanto o terceiro colocado, o marroquino Ayamane El Haddaoui, chegou apenas quatro centésimos depois. Outro brasileiro, Thomaz Ruan, que terminou a prova apenas 0s16 atrás de Petrúcio, ficou em quarto, de fora do pódio.

O ouro de Beth Gomes veio de forma tranquila. Ela registrou 17,35m na final do lançamento de disco F53, mais de três metros à frente da segunda colocada, a ucraniana Zoia Ovsill, que lançou a 14,16m. O pódio foi completado por Elena Gorlova, que competiu sem bandeira e registrou 13,10m. O Mundial de atletismo paralímpico vai até domingo, 5 de outubro.

 

 

Mundial de natação paralímpica: Brasil mira top-5 no último dia

Rossi brilha nos pênaltis e garante classificação do Flamengo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Conmebol define datas e horários das semifinais da Libertadores

A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) confirmou neste sábado (27) as datas e horários das semifinais da Taça Libertadores da América, que envolvem dois times brasileiros: Palmeiras e Flamengo.

Ambas as equipes lutam para vencer a competição pela quarta vez e enfrentam, respectivamente, LDU, do Equador, e Racing, da Argentina.

As semifinais da principal competição de clubes na América do Sul serão abertas com o duelo entre Flamengo e Racing, no dia 22 de outubro, no Maracanã, às 21h30 (horário de Brasília). No dia seguinte, no mesmo horário, a LDU recebe o Palmeiras em Quito.

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Os jogos da volta serão na semana seguinte. No dia 29, o Racing será o anfitrião diante do Flamengo, novamente às 21h30. No dia seguinte, o Palmeiras recepcionará a LDU no Allianz Parque, também às 21h30.

Tanto Palmeiras quanto Flamengo possuem três títulos da Libertadores na história e, como estão em lados opostos na chave, poderão decidir o campeonato no dia 29 de novembro em Lima, no Peru.

Caso o duelo brasileiro se confirme, seria uma reedição da final de 2021, vencida pelo Palmeiras.

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Gabriel Bandeira bate recorde no Mundial de natação de Singapura

Seleção feminina de futebol terá amistoso contra a Itália em outubro

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou, nesta sexta-feira (26), que a seleção feminina terá pela frente a Itália, na casa das adversárias, em amistoso, no dia 28 de outubro. A partida será disputada no Estádio Ennio Tardini, em Parma, a partir de 13h15 (horário de Brasília).

As italianas ocupam, atualmente, o 12º lugar do ranking feminino de seleções da Federação Internacional de Futebol (Fifa). O Brasil é o sétimo. Na última Eurocopa, realizada este ano, na Suíça, a Azzurra foi às semifinais, sendo eliminada pela agora bicampeã Inglaterra.

“A Itália evoluiu muito e hoje está entre as melhores da Europa. Será um confronto importante na nossa preparação até a Copa [do Mundo] de 2027 [que será no Brasil], porque elas têm um estilo de jogo diferente da maioria das seleções europeias”, disse o técnico Arthur Elias, em depoimento ao site da CBF.

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O histórico dos confrontos entre as seleções femininas de Brasil e Itália é favorável às sul-americanas. Em nove jogos, são oito triunfos brasileiros e um empate. O último jogo foi um amistoso realizado em Gênova, na casa das rivais, com vitória canarinho por 1 a 0 no Estádio Luigi Ferraris, gol da atacante Adriana, em outubro de 2022.

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Outro embate marcante foi o da primeira fase da Copa de 2019, na França. As seleções se enfrentaram no Stade du Hainaut, em Valenciennes, e o Brasil ganhou por 1 a 0. A atacante Marta balançou as redes e chegou a 17 gols na história da competição, tornando-se a maior goleadora de Mundiais, entre homens e mulheres, superando o alemão Miroslav Klose.

Este será o segundo compromisso do Brasil na próxima data-Fifa, nome dado ao período destinado a jogos entre seleções. Antes, em 25 de outubro, o amistoso será contra a Inglaterra, fora de casa, às 10h30, no Etihad Stadium, em Manchester. A convocação para os duelos será anunciada no dia 9 de outubro, no escritório internacional da CBF, em Miami, nos Estados Unidos.

Gabriel Bandeira bate recorde no Mundial de natação de Singapura

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Brasil mira top-5 no último dia

O Campeonato Mundial de Natação Paralímpica, disputado em Singapura, chega ao fim neste sábado (27). O Brasil aparece no sexto lugar do quadro de medalhas, considerando o número de ouros, mas ainda pode encerrar a competição entre os cinco primeiros, como nas últimas duas edições.

A natação brasileira foi ao pódio 36 vezes, menos somente que Ucrânia (44) e Itália (40). São 12 ouros, 15 pratas e nove bronzes. O quadro tem a China como líder, com 16 ouros, seguida por italianos (15), ucranianos (14 e 14 pratas), estadunidenses (14 e seis pratas) e britânicos (13).

A delegação da Rússia, que compete como “Atletas Paralímpicos Neutros”, conquistou 51 medalhas, sendo 18 douradas, mas não consta no quadro – onde estaria na liderança. A federação do país está suspensa pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, sigla em inglês) devido à guerra com a Ucrânia.

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O último dia do Mundial tem 11 brasileiros em nove provas. As finais iniciam às 6h59 (horário de Brasília) de sábado, com os 400 metros (m) livre da classe S11 (cego total), que podem ter Matheus Rheine, caso avance na eliminatória desta sexta-feira (26), às 22h24 – ele foi bronze nessa prova na Paralimpíada do Rio de Janeiro, em 2016.

A única atleta já garantida na final é Mayara Petzold, nos 50 m borboleta da classe S6 (deficiências físico-motoras de grau intermediário). Nos Jogos de Paris, na França, em 2024, Mayara ficou com o bronze. Confira, abaixo, os horários das disputas por medalha deste sábado.

6h59 – 400m livre S11 – Matheus Rheine (se avançar)

7h29 – 50m borboleta S6 – Mayara Petzold (final direta)

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7h33 – 50m borboleta S6 – Gabriel Melone (se avançar)

7h37 – 50m livre S9 – Mariana Gesteira (se avançar)

7h56 – 100m livre S5 – Alessandra Oliveira (se avançar)

8h01 – 100m livre S5 – Samuel Oliveira (se avançar)

8h07 – 200m livre S4 – Lídia Cruz e Patrícia Pereira (se avançarem)

9h15 – 100m borboleta S14 – Ana Karolina Soares (se avançar)

9h20 – 100m borboleta S14 – Arthur Xavier e Gabriel Bandeira (se avançarem)

A melhor campanha do Brasil em mundiais paralímpicos de natação foi em 2022, na Ilha da Madeira, em Portugal, quando a delegação conquistou 53 medalhas, sendo 19 de ouro, ficando no terceiro lugar do quadro – a China não enviou atletas para aquela edição. Em 2023, com presença dos chineses, o país ficou na quarta posição, alcançando 46 pódios e ficando 16 vezes no topo.

Nesta sexta-feira (26), o país teve aproveitamento quase perfeito, com 11 dos 12 nadadores que disputaram finais conquistando pódios. Foram cinco medalhas: três individuais (dois ouros e uma prata) e duas (ambas de prata) em revezamentos. Destaque para o terceiro ouro de Gabriel Araújo em Singapura, agora nos 50 m costas da classe S2 (deficiências físico-motoras severas); e para Mariana Gesteira, que venceu os 100 m costas da classe S9 (comprometimento motor de grau moderado).

“Em 2020, eu me mudei para Juiz de Fora [MG], cidade do Fábio [Antunes, treinador], onde moro atualmente para ter uma rotina de treino, uma disciplina. Ele montou uma rotina, uma equipe multidisciplinar para isso. Boa parte dela está comigo até hoje. Isso é importante. É um trabalho coletivo e que vem dando certo”, celebrou Gabrielzinho, em depoimento ao site do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

“Já estava com o melhor tempo do mundo esse ano, tinha uma responsabilidade. Foi a prova que eu mais treinei. Tinha uma pressão e eu senti um pouco. Senti uma sensação boa durante a prova. Eu tenho muito essa coisa de percepção e hoje acordei olhando para o dia e sentindo que era o meu dia. E, graças a Deus, foi”, destacou Mariana, também à página do CPB.

Nos 50 m costas da classe S1, que reúne os atletas com deficiências motoras mais severas, José Ronaldo levou a prata. Mesma cor de medalha dos revezamentos 4×100 m medley da classe S14 (deficiência intelectual), que reuniu Arthur Xavier, Ana Karolina Soares, Beatriz Flausino e Gabriel Bandeira; e 4×100 m livre para nadadores cegos e com baixa visão, na qual o Brasil foi representado por Carol Santiago, Lucilene Sousa, Douglas Matera e Matheus Rheine.

Rossi brilha nos pênaltis e garante classificação do Flamengo

Mesmo com uma atuação pouco inspirada, que culminou com uma derrota de 1 a 0 para o Estudiantes (Argentina) no tempo regulamentar, o Flamengo contou com o brilho do goleiro Rossi para triunfar pelo placar de 4 a 2 na cobrança de pênaltis, na noite desta quinta-feira (25) no estádio Jorge Luis Hirschi, em Buenos Aires, e garantir a classificação para as semifinais da Copa Libertadores da América.

Agora o Rubro-Negro encontra o Racing (Argentina) nas semifinais da competição.

Com a bola rolando o Flamengo não conseguiu colocar em prática a proposta de jogo de controle das ações por meio do toque de bola. Desta forma, permitiu que o time argentino, que precisava da vitória no tempo regulamentar para continuar vivo na competição, apostasse nos lançamentos para o centroavante Carrillo, que ganhava a maior parte das disputas pelo alto contra a defesa rubro-negra.

Além disso, a equipe do técnico Filipe Luís executava uma marcação frouxa no meio de campo, o que dava espaços para a aproximação dos jogadores adversários.

E a pouca aplicação do Flamengo acabou sendo punida aos 46 minutos do primeiro tempo, quando Nuñez cruzou na área e a bola sobrou para Benedetti, que acertou uma bomba de primeira que morreu no fundo do gol defendido por Rossi.

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Na etapa final o time da Gávea ofereceu ainda mais espaços para o Estudiantes, e quase foi desclassificado aos 27 minutos, quando o goleiro Muslera lançou Carrillo, que escorou de cabeça para Benedetti, que ficou livre para avançar e bater por cobertura para vencer o goleiro Rossi. Mas o lance foi invalidado pelo juiz, que, com auxílio do VAR (árbitro de vídeo), confirmou a posição irregular do lateral do time argentino.

Como o placar perdurou até o apito final, a vaga teve que ser definida nas penalidades máximas. E nas cobranças de pênaltis o goleiro Rossi foi decisivo, defendendo os chutes de Ascacíbar e de Benedetti para garantir a vitória por 4 a 2.

Queda do São Paulo

Quem se despediu da competição continental foi o São Paulo. Mesmo contanto com o apoio de um Morumbis lotado, a equipe comandada pelo técnico argentino Hernán Crespo foi derrotada pelo placar de 1 a 0 pela LDU (Equador).

Precisando de gols após ser derrotado por 2 a 0 na partida de ida das quartas de final, o São Paulo se lançou ao ataque desde os primeiros movimentos da partida. Mas esbarrou nas boas defesas do goleiro adversário. E aos 40 minutos do primeiro tempo a situação se complicou de vez, quando a LDU encaixou rápido contra-ataque que culminou em finalização de Medina para o fundo do gol defendido por Rafael.

Na etapa final o Tricolor continuou tentando na base da vontade, mas se desorganizou e não conseguiu vencer o goleiro Gonzalo Valle. Desta forma a LDU será o adversário do Palmeiras nas semifinais.

Gabriel Bandeira bate recorde no Mundial de natação de Singapura

Gabriel Bandeira foi um dos destaques do Brasil, nesta quinta-feira (25), no Mundial de natação paralímpica disputado em Singapura. O paulista estabeleceu um novo recorde mundial na prova dos 200 metros medley para a classe SM14 (deficiência intelectual) para garantir a medalha de ouro.

Para vencer a final da prova, Gabriel Bandeira fez o tempo de 2min05s40, superando o britânico Rhys Darbey, prata com 2min05s84, e o canadense Nicholas Bennett, bronze com 2min06s30.

Quem também garantiu uma medalha dourada para o Brasil foi Carol Santiago na prova dos 100 metros livre S12 (baixa visão) com tempo de 1min00s51. Na mesma prova a paraense Lucilene Sousa ficou com o bronze.

Fifa apresenta trio de mascotes para a Copa do Mundo de 2026

Eduardo Schaus conquista prata no Mundial de escalada paralímpica

“Confesso que não estou tão rápida quanto eu esperava nesta competição, mas fico feliz de trazer mais um ouro para o Brasil e treinar outras situações. É a primeira vez em que faço um programa de provas menor, tenho um espaço maior entre uma prova e outra e preciso me acostumar com isso também, a não estar o tempo todo no esforço, conseguir descansar e performar. Estou bem satisfeita com o campeonato Mundial. Três provas individuais, três medalhas de ouro e um recorde mundial no revezamento”, declarou a pernambucana.

A primeira medalha brasileira nesta quinta foi um bronze, conquistado pela mineira Laila Suzigan Abate nos 100 metros peito SB5 (comprometimento físico-motor). Outro terceiro lugar do Brasil veio nos 50 metros livre S4 (comprometimento físico-motor) com a mineira Patrícia Pereira. Na mesma prova, a carioca Lídia Cruz ficou com a prata.

Com estas medalhas o Brasil ocupa a 6ª colocação do quadro de medalhas da competição, com o total de 10 ouros, 12 pratas e nove bronzes.

Palmeiras volta a derrotar o River e chega à semifinal da Libertadores

Com direito a recorde mundial, Brasil brilha no Mundial de natação

Fifa apresenta trio de mascotes para a Copa do Mundo de 2026

A Federação Internacional de Futebol (Fifa) revelou hoje (25) os três mascotes da Copa do Mundo de 2026. A competição será realizada em três países (Estados Unidos, Canadá e México) e cada um dos mascotes homenageia uma nação-sede.

“Maple, o alce (Canadá), Zayu, a onça-pintada (México) e Clutch, a águia-americana (Estados Unidos) foram cuidadosamente desenvolvidos para refletir a vibrante cultura, a herança e o espírito de seus respectivos países, unindo-se para simbolizar a unidade, a diversidade e a paixão compartilhada pelo esporte”, informou a federação, em nota. 

A Copa do Mundo de 2026 será a 16ª edição consecutiva a contar com um mascote, um símbolo do torneio que já teve inspirações humanas, artísticas, em animais e frutas e até etéreas ao longo da história.

Eduardo Schaus conquista prata no Mundial de escalada paralímpica

Palmeiras volta a derrotar o River e chega à semifinal da Libertadores

Esta será a primeira vez que um Mundial vai contar com três sedes – até então, com a exceção de Japão e Coreia do Sul em 2002, todas foram disputadas em apenas um país.

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Conheça cada um dos mascotes:

Maple, o alce, é um goleiro dedicado. Nasceu para viajar, passando por todas as províncias e territórios do Canadá, conectando-se com as pessoas e abraçando a rica cultura do país. Com um talento especial para fazer defesas lendárias e um coração cheio de força, Maple combina histórias sem fim com um talento inabalável.

Zayu, a onça-pintada, é um atacante engenhoso e ágil que intimida os defensores. Nasceu das selvas do sul do México e personifica a rica herança e o espírito vibrante do país. Fora de campo, Zayu abraça a cultura mexicana por meio da dança, da comida e da tradição, unindo pessoas através das fronteiras com paixão. 

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Clutch, a águia-americana, é um grande meio-campista. Possui uma sede insaciável por aventura, voando pelos Estados Unidos e abraçando cada cultura e momento com curiosidade e otimismo. Destemido em campo e inspirador fora dele, Clutch lidera pela ação — mobilizando companheiros de equipe, elevando o ânimo e transformando desafios em oportunidades de ascensão. 

Eduardo Schaus conquista prata no Mundial de escalada paralímpica

O brasileiro Eduardo Schaus conquistou, nesta quarta-feira (24), a medalha de prata na classe AU2 (atletas com comprometimento nos membros superiores) do Mundial de escalada paralímpica que está sendo disputado em Seul (Coreia do Sul).

O atleta paranaense, que é tricampeão brasileiro (2025, 2024 e 2022), subiu ao pódio após alcançar a agarra 33+ (quando o atleta ultrapassa a agarra 33 e inicia o movimento para a próxima). Eduardo ficou atrás apenas do alemão Kevin Bartke (35+).

Na competição disputada em Seul desde o último sábado (20), o Brasil ainda tem chance de conquistar uma medalha com a paulista Marina Dias, campeã mundial em 2023 pela classe RP3 (atletas com limitações de alcance, força e potência).

Palmeiras volta a derrotar o River e chega à semifinal da Libertadores

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Palmeiras volta a derrotar o River e chega à semifinal da Libertadores

O Palmeiras contou com o poder de decisão dos atacantes Vitor Roque e Flaco López e arrancou uma vitória de 3 a 1 de virada sobre o River Plate (Argentina), na noite desta quarta-feira (24) no Allianz Parque, em São Paulo, para garantir a classificação para as semifinais da Copa Libertadores da América.

O Verdão seguiu em frente na competição porque, na partida de ida das quartas de final, na última quarta-feira (17) no estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, saiu com uma vitória de 2 a 1.

Agora a equipe comandada pelo técnico português Abel Ferreira aguarda o confronto entre São Paulo e LDU (Equador), na próxima quinta-feira (25) no Morumbis, para conhecer seu próximo adversário na Libertadores. No confronto de ida os equatorianos triunfaram pelo placar de 2 a 0 na altitude de Quito.

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O jogo

Havia grande expectativa em torno da atuação do Palmeiras diante de sua torcida. Porém, os primeiros minutos do jogo foram marcados por certa frustração. Isto porque o River Plate aproveitou uma desatenção da defesa do Verdão para abrir o placar com sete minutos de bola rolando. O colombiano Quinteros levantou a bola na área em cobrança de falta e Salas subiu com liberdade para marcar de cabeça.

A partir daí o time argentino, que estava levando a decisão para os pênaltis com a vitória parcial, passou a picotar o jogo, por meio de faltas e muita catimba. Já o Palmeiras mostrava nervosismo diante das dificuldades para criar oportunidades de marcar.

O panorama só começou a mudar após o intervalo, quando o técnico Abel Ferreira mudou a forma de atuar de sua equipe, priorizando as jogadas pelas pontas em detrimento das trocas de passe pelo meio. E foi desta forma que o Palmeiras chegou ao empate aos 5 minutos da etapa final. Piquerez levantou na área e Vitor Roque cabeceou. O goleiro Armani defendeu parcialmente e o próprio camisa nove do Verdão bateu de primeira para marcar.

Com o placar favorável ao time brasileiro, o River foi obrigado a se arriscar mais. Encontrando mais espaços na defesa adversária, o Palmeiras conseguiu encaixar um contra-ataque perfeito aos 41 minutos com Facundo Torres. E a jogada só foi parada com falta, dentro da área, por Acuña. Pênalti e expulsão do defensor argentino. Flaco López cobrou a penalidade máxima para colocar o Verdão em vantagem.

Mas o time de Abel Ferreira queria mais, e chegou ao terceiro, já aos 48 minutos, graças ao brilho de Flaco López. O argentino recebeu bola na entrada da área, se livrou da marcação de um adversário com um drible de letra e acertou um chute forte, de esquerda, que acabou encobrindo o goleiro Armani para dar números finais ao marcador.

Com direito a recorde mundial, Brasil brilha no Mundial de natação

Com direito a um recorde mundial, o Brasil conquistou, nesta quarta-feira (24), mais seis medalhas (dois ouros, três pratas e um bronze) no Mundial de natação paralímpica que está sendo disputado em Singapura.

O grande destaque do dia foi a vitória da equipe mista de revezamento 4×100 metros livre 49 pontos (para atletas com deficiência visual). A equipe formada pela pernambucana Carol Santiago, a paraense Lucilene Sousa, o fluminense Thomaz Matera e o paulista Guilherme Batista nadou a prova em 4min23s48 para ficar com o ouro estabelecendo um novo recorde mundial. O melhor tempo anterior da prova era da Ucrânia, 4min25s78 registrados no Mundial de Manchester, em 2023.

O outro ouro brasileiro nesta quarta foi conquistado pelo mineiro Gabriel Araújo na prova dos 200 metros livre para a classe S2 (comprometimento físico-motor) com o tempo de 3min58s45. “Foi uma prova diferente de todas que eu já nadei até hoje. Mostra o que é um trabalho bem feito, um planejamento bem feito, uma boa rotina de treinos”, declarou.

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Nesta quarta, o Brasil também garantiu três pratas, com o catarinense Talisson Glock nos 400 metros livre S6 (comprometimento físico-motor), com a fluminense Mariana Gesteira nos 100 metros costas da classe S9 e com a equipe do revezamento 4×100 metros livre S14 (deficiência intelectual).

Para terminar, a fluminense Lídia Cruz conquistou a medalha de bronze nos 50 metros costas da classe S4 (comprometimento físico-motor).

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