Com gol “brasileiro”, Uruguai vence Peru pela Copa América Feminina

O Uruguai venceu pela primeira vez nesta edição da Copa América Feminina, disputada no Equador. Nesta sexta-feira (18), a Celeste superou o Peru por 1 a 0 no Estádio Banco Guayaquil, em Quito. A partida, válida pelo Grupo A, abriu a terceira rodada da competição.

As uruguaias somam quatro pontos em três jogos e assumiram, de forma provisória, a segunda posição da chave. Elas podem ser ultrapassadas por Chile ou Argentina, que ainda jogam nesta sexta. As peruanas, ainda sem pontos ganhos – também após três partidas – estão na lanterna do grupo e fora da briga por lugar nas semifinais. Os dois primeiros se classificam.

Três jogadoras que estiveram em campo – todas do Uruguai – atuam no Campeonato Brasileiro Feminino, transmitido ao vivo pela TV Brasil. Fefa Lacoste e Belén Aquino defendem o Internacional e Ángela Gómez é atleta do Bahia. A Celeste ainda tem Wendy Carballo, também da equipe baiana, mas que estava suspensa pela expulsão na derrota por 1 a 0 para a Argentina. A Bicolor (apelido da seleção peruana), por sua vez, é dirigida pela técnica brasileira Emily Lima, que, inclusive, comandou o Brasil por dez meses, entre novembro de 2016 e setembro de 2017.

Seleção masculina de vôlei mira ponta da 1ª fase da Liga das Nações

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E foi justamente uma das “brasileiras” envolvidas que decidiu o confronto em Quito. Aos 18 minutos, Aquino recebeu de Esperanza Pizarro na meia-lua, escapou da marcação e finalizou por cobertura, sem possibilidade de defesa para Savannah Madden. Quatro minutos depois, a jogadora do Inter teve a oportunidade de balançar as redes pela segunda vez, em pênalti cometido por Tifani Molina em cima de Pizarro. A atacante colorada, porém, acertou o travessão na cobrança.

As uruguaias folgam na quarta rodada e voltam a campo somente na próxima quinta-feira (24), às 21h (horário de Brasília), contra o Chile, no Estádio Gonzalo Pozo Ripalda, também em Quito. As peruanas encerram a participação na Copa América na segunda-feira (21), às 18h, diante da Argentina, novamente no Banco Guayaquil.

Seleção masculina de vôlei mira ponta da 1ª fase da Liga das Nações

A seleção masculina de vôlei ainda tem dois compromissos antes do fim da participação na primeira fase da Liga das Nações. Neste sábado (19), às 3h30 (horário de Brasília), os brasileiros medem forças com a Turquia. No domingo (20), às 2h30, a equipe comandada por Bernardinho enfrenta a Alemanha. Os dois jogos ocorrem em Chiba, no Japão.

Após dez rodadas, o Brasil é o único time já garantido nas quartas de final além da China, que será a anfitriã do mata-mata, na cidade de Ningbo. A seleção verde e amarela lidera a primeira fase com nove vitórias e uma derrota, seguida pela Itália (oito triunfos e dois reveses). Os oito primeiros colocados vão à etapa seguinte da competição.

A classificação antecipada às quartas foi assegurada com a vitória por 3 sets a 0 sobre o Japão, na madrugada desta sexta-feira (18), em Chiba. As parciais foram de 25/2, 25/23 e 28/26. O central Flávio, com 14 pontos, e o oposto Alan, com 11, foram os destaques do triunfo, marcado pela eficiência brasileira na rede. Foram 11 pontos de bloqueio contra quatro dos rivais. Flávio, com seis pontos no fundamento, comandou o bom desempenho.

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Tanto Flávio como Alan, aliás, foram poupados por Bernardinho da lista de relacionados para o duelo com a Turquia. Eles, porém, podem retornar ao time contra a Alemanha. O ponteiro Maicon e o central Thiery, que ficaram fora do confronto diante do Japão, estão novamente à disposição do treinador.

O Brasil divide com França e Polônia o posto de país que mais vezes alcançou o mata-mata da Liga das Nações masculina. Nas sete edições anteriores, a equipe chegou às quartas em seis ocasiões. A seleção ficou com o título em 2021, quando superou os poloneses na final, em Rimini, na Itália. Flávio, Alan, o líbero Maique e o ponteiro Lucarelli, que integram o elenco atual, estiveram naquela conquista.

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Jogos Mundiais Universitários têm ampla cobertura de veículos da EBC

Maior evento multiesportivo do ano, os Jogos Mundiais Universitários 2025, que estão sendo realizados na Alemanha, têm ampla cobertura dos veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A competição vai até o dia 27 deste mês e tem espaço na programação da TV Brasil e da Rádio Nacional, além de conteúdos especiais na Agência Brasil

O apresentador do programa Stadium 1º Tempo, Maurício Costa, é o correspondente na região alemã de Rhine-Ruhr que recebe a 32ª edição dos Jogos de Verão e reúne mais de 8.500 atletas-estudantes de 150 países em 18 modalidades esportivas. Diariamente, Costa  distribui  conteúdo inédito multiplataforma sobre as provas, o desempenho dos brasileiros, a disputa por medalhas e os bastidores da delegação nacional na competição, além de reportagens sobre a cultura local e o cotidiano nas cidades do evento. 

Com foco na comunicação pública, a cobertura visa destacar a importância da associação entre esporte e educação, tema que já pauta as jornadas esportivas do canal. A ideia é conferir visibilidade à formação de novos talentos do esporte do país. A competição já lançou grandes nomes que ganharam oportunidade ainda jovens e se consagraram em Mundiais de diversas modalidades e nos Jogos Olímpicos. 

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O material produzido pelo jornalista será exibido nos telejornais Repórter Brasil Tarde, às 12h45, e Repórter Brasil, às 19h; e nos programas esportivos Stadium 1º Tempo, às 12h30, e Stadium, às 18h30. As novidades também ganham a telinha do programa No Mundo da Bola, aos domingos, às 20h30. 

A Rádio Nacional também leva ao ar as informações sobre os Jogos Mundiais Universitários em boletins durante a programação. Para a Agência Brasil, Maurício Costa publica um diário de bordo no qual o público pode acompanhar a cobertura dos esportes no principal evento do gênero. 

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Modalidades

Os Jogos de Verão incluem disputas em 15 esportes obrigatórios e em até três modalidades opcionais, sugeridas por cada país-sede do evento. 

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As 15 modalidades obrigatórias são: natação, polo aquático, saltos ornamentais, atletismo, badminton, basquete, esgrima, ginástica artística, ginástica rítmica, judô, taekwondo, tênis, tênis de mesa, tiro com arco e vôlei. 

As opcionais na competição deste ano na Alemanha são o basquete 3×3, incluindo basquete em cadeira de rodas, remo e vôlei de praia. É a primeira vez que o evento inclui uma categoria paralímpica em seu programa. 

As principais disputas dos Jogos Mundiais Universitários estão organizadas em cinco cidades da região metropolitana do Rhine-Ruhr: Bochum, Duisburgo, Essen, Hagen e Mülheim an der Ruhr. Já as provas de natação, saltos ornamentais e vôlei ocorrem em Berlim, capital do país.  

Delegação brasileira  

O Time UBrasil reúne cerca de 200 representantes, entre atletas de alto rendimento e profissionais técnicos, no maior evento universitário esportivo do planeta, realizado a cada dois anos. Além de buscar medalhas, a delegação brasileira visa fortalecer o papel do país como protagonista no cenário esportivo internacional universitário. 

Segundo a Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), o Brasil compete em 13 modalidades na Alemanha: atletismo, badminton, basquete, ginástica artística, judô, natação, basquete 3×3 em cadeira de rodas, saltos ornamentais, taekwondo, tênis, tênis de mesa, vôlei e vôlei de praia. 

Curiosidades

Ratificar a força da educação aliada ao esporte é uma das premissas do Jogos Mundiais Universitários, um dos maiores eventos esportivos do mundo. Na Alemanha, a competição conta com 23 arenas esportivas e mobiliza cerca de 12 mil voluntários em 12 dias intensos de eventos. Com uma extensa programação artística paralela, os Jogos também estimulam a integração dos povos, a diversidade cultural e a juventude global. 

A primeira Universíade – nome usado até 2020 – foi realizada em 1959, na cidade italiana de Turim, inspirada nos Jogos Olímpicos. Assim como o evento olímpico, a Universíade incluía os Jogos de Verão e os de Inverno, com intervalo de dois anos. Em 2020, o evento ganhou o novo título oficial de Jogos Mundiais Universitários, com a proposta de incentivar a participação da comunidade universitária internacional em atividades esportivas, culturais e acadêmicas. 

A mascote da competição de 2025 na região de Reno-Ruhr é Wanda, que representa um falcão peregrino. A escolha da ave se deve a duas motivações: é o animal mais rápido do planeta e pode ser encontrado em todos os lugares do globo, exceto na Antártida. 

Expectativa

Maurício Costa disse que pretende mostrar a origem dos competidores.

“A gente vai contar histórias. Você tem muitos atletas de todo o Brasil. São estudantes de todas as classes sociais, que surgiram para o esporte das mais diferentes formas. A luta diária para conciliar treinamento e estudos. É um desafio e tanto. Estou muito empolgado”, afirmou o jornalista. 

Em 2023, Costa esteve na cidade de Chengdu, na China, para apresentar a última edição dos Jogos Mundiais Universitários nos veículos da EBC, lembrou o choque cultural e classificou de marcante a experiência. 

De acordo com o jornalista, O Brasil tem chances de medalha e de boas performances na competição com algumas promessas do esporte brasileiro, como as jovens Sabrina Miyabara, campeã mundial sub-17 no tênis de mesa, e Ana Júlia Ywata, bicampeã sul-americana de badminton

“Esses atletas representam grande parte da elite do esporte brasileiro hoje. E, além de tudo, estudam e tem potência para entrar nas equipes principais das modalidades. Vão se tornar líderes e podem disputar Mundiais e Jogos Olímpicos. Temos vários exemplos de jovens que começaram no esporte universitário”, afirmou. 

Maurício Costa destacou a importância da cobertura dos programas esportivos da TV Brasil nos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) desde 2023. “É muito importante divulgar o esporte dentro do universo acadêmico para que essa estrutura conquiste mais apoio. São atletas jovens, mas de elite. Muitos deles estão participando do ciclo olímpico para Los Angeles, em 2028.” 

O jornalista enfatizou também a importância da prática esportiva para a população na sociedade brasileira.

“O esporte muda vidas. Às vezes, é o único meio que a pessoa tem para inclusive ter acesso à educação. É preciso valorizar desde a base, a escola, em todos os ambientes, até o profissional, de elite.”

Arthur Elias cobra Conmebol por estrutura da Copa América Feminina

Apesar da vitória por 6 a 0 sobre a Bolívia, na última quarta-feira (16), pela segunda rodada da Copa América Feminina, a seleção brasileira de futebol não saiu plenamente satisfeita do Estádio Gonzalo Pozo Ripalda, em Quito (Equador). Em entrevista coletiva, o técnico Arthur Elias lamentou a estrutura oferecida pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).

Assim como ocorrido antes do triunfo na estreia contra a Venezuela (2 a 0) no domingo (13), as jogadoras não puderam fazer o trabalho de aquecimento no gramado, sob alegação de que o campo teria de ser preservado, pois o estádio recebe dois jogos em sequência no mesmo dia. A preparação, então, teve de ser feita no vestiário: um espaço pequeno que precisou, inclusive, ser dividido entre as seleções.

“Posso dizer que a questão do aquecimento me preocupa muito. Tivemos uma jogadora hoje [quarta] que, no fim do aquecimento, sentiu a possibilidade de ter algo muscular. Fizemos testes [e ela foi para o jogo], mas se ela precisasse ser trocada em cima da hora, a jogadora que entrasse o faria sem aquecimento, porque naquele lugar não cabem as 20 atletas de linha para aquecer. E [as titulares] acabam aquecendo mal. É uma condição até preocupante para a saúde das jogadoras e para o jogo, obviamente. Quando as equipes não aquecem no campo, demoram a pegar [ritmo], temos visto muitos erros de passes das equipes, especialmente no primeiro tempo. Penso que influencia muito”, argumentou o treinador brasileiro.

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Brasil derrota Argentina e segue líder na Liga das Nações Masculina

Técnico Arthur Elias conversa com atacante Keroli, que marcou três gols na vitória da seleção brasileira por 6 a 0 contra a Bolívia, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa América Feminina- Livia Villas Boas/CBF/Direitos Reservados

A goleada verde e amarela –  transmitida ao vivo pela TV Brasil – poderia ser até mais elástica, não fossem ao menos dois gols mal anulados por impedimento. Vale lembrar que a fase de grupos da Copa América Feminina não tem árbitro de vídeo (VAR), ao contrário do que ocorre na masculina. A tecnologia será utilizada somente a partir das semifinais.

Outro detalhe levantado por Arthur Elias na coletiva foi o pouco tempo de bola rolando. Segundo o técnico, a partida esteve mais paralisada do que deveria.

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Jogos de Los Angeles define calendário provisório a 3 anos da abertura

“No futebol sul-americano, precisamos ter mais cuidado. Perguntei à árbitra [a argentina Roberta Echeverria], uma boa árbitra, qual é o critério, porque a Fifa [Federação Internacional de Futebol] recomenda [ao menos] 60% de bola em jogo. No segundo tempo, foram 32% de bola em jogo e no primeiro [tempo] menos de 40%. Isso é muito ruim, pode ser determinante para a classificação e influencia tecnicamente, porque o saldo de gols pode desempatar. [Temos de saber se] Estamos fazendo diferente da Fifa e o porquê. A gente tem uma Copa do Mundo no Brasil [em 2027], que representa nosso continente e é importante estarmos todos juntos para fazermos as reflexões e cobrar quem tem que ser cobrado”, avaliou.

O Brasil lidera o Grupo B com seis pontos, contra três do Paraguai, um de Colômbia e Venezuela e zero da Bolívia. As brasileiras descansam na terceira rodada e voltam a campo na próxima terça-feira (21), diante das paraguaias, novamente no Gonzalo Pozo Ripalda, às 21h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo da TV Brasil.

Neymar decide e Santos derrota Flamengo na Vila Belmiro

O atacante Neymar decidiu e o Santos derrotou o Flamengo por 1 a 0, na noite desta quarta-feira (16) no estádio da Vila Belmiro, em partida válida pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A. A partida contou com transmissão ao vivo da Rádio Nacional.

Com o revés, o Rubro-Negro da Gávea, que tem 27 pontos conquistados, pode ser ultrapassado tanto pelo Bragantino, que mede forças com o São Paulo nesta quarta, ou pelo Cruzeiro, que enfrenta o Cruzeiro na próxima quinta-feira (17) no estádio do Maracanã.

Apesar de o Flamengo ter maior volume de jogo, o Santos contou com a qualidade individual de Neymar para sair com a vitória. O camisa 10 da Vila Belmiro marcou seu gol já aos 38 minutos do segundo tempo, quando recebeu passe de Guilherme, se livrou da marcação de Léo Pereira e de Varela, e bateu para o fundo do gol defendido pelo argentino Rossi.

Com a vitória o Santos sobe para a 14ª posição da classificação com 14 pontos, se afastando da zona do rebaixamento.

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Brasil derrota Argentina e segue líder na Liga das Nações Masculina

Atual líder da Liga das Nações de Vôlei masculino, a seleção brasileira derrotou a Argentina na nesta quarta-feira (16) em Chiba (Japão) e se distanciou no topo da tabela: agora soma 23 pontos contra 18 da Polônia, segunda colocada. Foram duas horas de embate e, ao final, a amarelinha levou a melhor por 3 sets a 1 (25/21, 25/23, 24/26 e 25/18) na partida de abertura da terceira e última semana classificatória.  Na próxima sexta (18), o Brasil encara o anfitrião Japão (3º colocado), a partir das 7h20 (horário de Brasília). A seleção busca o bicampeonato na competição – o primeiro título foi obtido em 2021.

“Jogar contra a Argentina nunca é fácil. A gente sabia que ganhar de 3 sets a 0 seria difícil.  A gente foi muito bem:  começamos mal, mas depois melhoramos, buscamos [recuperar] no saque, que é uma coisa que a gente tem treinado bastante, então isso mostra que a gente está no caminho certo. Estamos evoluindo, momento altos e baixos, mas tenho certeza que quando a gente chegar lá na final a gente já vai ter achado o nosso nível”,  projetou o oposto Alan, maior pontuador da partida, com 20 acertos.

O segundo melhor em quadra foi o ponteiro Honorato, que marcou 18 pontos. A seleção soma agora oito vitórias em nove jogos – o único revés foi para Cuba, na primeira semana da etapa classificatória.

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“A gente se preparou nesses dias livres que a gente teve, já sabia que o jogo contra a Argentina seria muito difícil. Mas nossa equipe soube jogar bem, soube ter cabeça nos momentos em que eles faziam defesas espetaculares. A gente manteve a cabeça, principalmente para virar a chave depois de perder o terceiro set, para ganhar o quarto set e trazer essa vitória para casa”, comemorou o ponteiro.  

Para Bernardinho, técnico da seleção, o Brasil terá um difícil desafio pela frente na próxima sexta:  vencer o Japão, na casa do adversário.

“Será uma pedreira. É um dos principais times do mundo, jogando em casa, completo, é muito difícil. Não tem nada garantido matematicamente [quanto à vaga na fase final]. Portanto, [o momento é de] correr atrás de vitórias. Então, amanhã é treinar, alguns vão poder descansar, para a gente se preparar bem, já que o Japão jogou muito mudado nas primeiras semanas”, analisou o treinador.

A Liga das Nações reúne as 18 melhores seleções do mundo na fase preliminar, com 15 rodadas. Apenas as oito primeiras colocadas na primeira fase avançarão às quartas de final (eliminatória). Vale destacar que a China tem vaga assegurada no mata-mata do torneio por sediar a fase final da competição, entre 30 de julho e 3 de agosto.

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Demais jogos do Brasil

18 de julho (sexta) – Brasil x Japão – 7h20 – Chiba, Japão

19 de julho (sábado) – Turquia x Brasil – 3h30 – Chiba, Japão

20 de julho (domingo) – Alemanha x Brasil – 2h30 – Chiba, Japão   

Fase final – de 30 de julho e 3 de agosto

Jogos Mundiais Universitários começam nesta quarta-feira na Alemanha

Os Jogos Mundiais Universitários 2025 – FISU World University Games 2025 começam oficialmente nesta quarta-feira (16). Em sua 32a edição, a maior competição universitária do mundo será disputada na região do Reno-Rhur, no oeste da Alemanha, com a participação de aproximadamente 8.500 estudantes-atletas de 150 países. Seis cidades vão sediar os jogos: Bochum, Duisburgo, Essen, Mülheim an der Rhur, Hagen e Berlim. A capital alemã é a única que não faz parte do Reno-Rhur.

A cerimônia de abertura começa às 15h (horário de Brasília) –  20h no horário local – na Schauinsland-Reisen-Arena, casa do time de futebol MSV Duisburg. O estádio tem capacidade para 31.500 espectadores, com uma bela acústica. As principais atrações artísticas da noite serão alemães, com a apresentação da cantora Ayliva, ,da banda pop Querbeat e do hip hop de Montez.

A partir de quinta (17), a disputa começa nas 18 modalidades, que serão disputadas em 23 locais de competição. O Brasil viajou com uma delegação de 200 pessoas, e vai atrás das medalhas em 13 modalidades: atletismo, badminton, basquete, basquete 3×3 em cadeira de rodas, ginástica astística, judô natação, saltos ornamentais, taekwondo, tênis, tênis de mesa, vôlei e vôlei de praia.

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Há uma boa expectativa por parte da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU). Atletas que participaram dos Jogos Olímpicos de Paris, como Henrique Marques do Taekwondo, o time de Basquete Masculino, com atletas que disputam o NBB, a mesatenista Sabrina Miyabara, campeã mundial sub-17 e vice-campeã mundial sub-19, além das participações no judô, natação e atletismo são algumas das esperanças de medalha. Mas este não é o único objetivo da delegação na Alemanha, como explica Alim Neto, presidente da CBDU.

“Não estamos medindo esforços. Estamos fazendo tudo para que nossos atletas tenham o melhor desempenho. Não estamos fazendo projeção de medalhas, queremos que o esporte universitário brasileiro seja bem representado. Estes atletas foram selecionados através de seletivas nacionais, das seleções brasileiras universitárias em convênio com as confederações. O melhor do nosso esporte universitário está aqui na Alemanha para representar o Brasil. Nossos atletas aqui são estudantes-atletas. Eles estão vivenciando o esporte, vendo uma nova forma de conhecer novas culturas, novos países, novas pessoas. Essa integração é muito importante dentro de uma cultura diferente, afirmou o dirigente. 

Os Jogos Mundiais Universitários vão até o dia 27 de junho. Reno-Ruhr é a maior região metropolitana da Alemanha, com uma população que ultrapassa os 11 milhões de habitantes, e é conhecida como um dos principais centros universitários do país.  

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* Maurício Costa viajou à Alemanha à convite da CBDU

Jogos de Los Angeles define calendário provisório a 3 anos da abertura

A exatos três anos da abertura dos Jogos de Los Angeles 2028 (LA 28), o comitê organizador da Olimpíada divulgou a primeira versão do calendário detalhado das competições. Diferentemente das edições anteriores, as provas de atletismo ocorrerão na primeira semana do evento e as de natação na segunda – originalmente era o contrário.

A troca foi necessária devido ao local de provas da natação, o So-Fi Stadium, que também será palco da cerimônia de abertura no dia 14 de julho, juntamente com o LA Memorial Coliseum, a partir das 21h (horário de Brasília).  Segundo os organizadores, após a cerimônia, o So-Fi Stadium, em Inglewood, precisará de alguns dias para ser adaptado a fim de receber as provas de natação.

Outra novidade é a inclusão de mais quatro modalidades – basquete, polo aquático, críquete e hóquei na grama – entre os esportes coletivos com jogos de estreia antes mesmo da abertura dos Jogos. Os demais são futebol, handebol e o rugby sevens.

Adaptação à altitude refletirá no desempenho da seleção, diz Elias

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“O calendário das competições olímpicas foi meticulosamente desenvolvido para garantir que os melhores atletas do mundo possam competir em Los Angeles”, disse em comunicado oficial o diretor-executivo da LA28 Reynold Hoover.

Também houve mudança em relação ao esporte que concederá a primeira medalha olímpica. Tradicionalmente os atletas do tiro esportivo eram os primeiros a subir ao pódio, mas nos Jogos de Angeles 2028 as primeiras serão distribuídas aos melhores competidores do triatlo, na manhã de 15 de julho, em Venice Beach.

Já a maratona seguirá tradicionalmente no último fim de semana dos Jogos, no LA Memorial Coliseum.  A expectativa é de que o 15º dia dos Jogos concentre a maior distribuição de medalhas, com 16 finais de esportes coletivo e 19 finais de modalidades individuais. A cerimônia de encerramento está programada para 30 de julho, no La Memorial Coliseum, a partir de meia-noite (horário de Brasília).

O calendário de LA28 foi elaborado em parceria com Comitê Olímpico Internacional (COI), as federações internacionais e o Olympic Broadcasting Services (serviços de transmissão olímpica). Segundo os organizadores, o cronograma com detalhamento completo será divulgado ainda este ano.

Adaptação à altitude refletirá no desempenho da seleção, diz Elias

O técnico Arthur Elias acredita que a seleção feminina estará um pouco mais adaptada à altitude de Quito, capital do Equador, no próximo compromisso pela fase de grupos da Copa América, na quarta-feira (16), às 18h (horário de Brasília), contra a Bolívia. A TV Brasil transmite a partida ao vivo.

Para o treinador, a equipe verde e amarela sentiu o impacto dos 2.850 metros acima do nível do mar da capital equatoriana na vitória do último domingo (13), por 2 a 0, sobre a Venezuela, no Estádio Gonzalo Pozo Ripalda, que também sediará o duelo de quarta (16). Arthur avaliou que detalhes como a questão física e a maior velocidade da bola, devido à altitude, deram trabalho à seleção, que sofreu com impedimentos: foram oito, contra um das rivais.

“A Venezuela tinha uma linha de zaga que parava bastante, para forçar o impedimento. Caímos diversas vezes nessa armadilha. Mas foi algo interessante para que a gente consiga, no próximo momento, sincronizar melhor as corridas e o último passe. Esperava essas dificuldades. Foram diferentes preparações, no sentido de que não estávamos adaptados à altitude. Acredito que no próximo jogo [a equipe] talvez ainda sinta um pouco, mas já para a terceira partida [contra o Paraguai] estaremos super adaptados”, disse Arthur, em entrevista coletiva. “Tem a velocidade da bola, o campo… Falei para elas [atletas] que são muito melhores do que foram hoje [domingo], com certeza. Agora, é se adaptar e o que conseguimos fazer nesse jogo, fazermos no outro melhor ainda”, emendou.

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O comandante também comentou a diferença de atuação nos dois tempos do jogo de domingo. A Venezuela controlou os 30 minutos iniciais, não cedeu finalizações e chutou cinco vezes, tendo como melhor chance um quase gol por cobertura de Dayana Rodríguez, aos 20 minutos. O Brasil, porém, foi eficiente e marcou logo na primeira oportunidade que teve, com Amanda Gutierrez. Já na etapa final, o time canarinho se reorganizou e conseguiu neutralizar a equipe dirigida pelo brasileiro Ricardo Belli, além de ampliar o placar com Duda Sampaio.

“Dentro do que a gente pôde analisar a Venezuela, houve algumas alterações, não de sistema [de jogo], mas de comportamentos, para conseguir trazer dificuldade para nossa seleção. Achei que o jogo foi muito interessante no aspecto tático. No primeiro tempo, essas variações que a Venezuela fez, com trocas de posição, muitos podem tentar fazer contra a gente”, avaliou Arthur.  “Erramos bastante tecnicamente, ficamos menos tempo com a bola do que precisaríamos, mas, de maneira geral, houve uma evolução grande no segundo tempo, com ajustes para marcarmos melhor, e criamos chances de gol”, concluiu o treinador.

O Brasil ocupa o segundo lugar do Grupo B da Copa América, com os mesmos três pontos do Paraguai, que fica à frente pelo saldo de gols, já que estreou goleando a Bolívia por 4 a 0, no mesmo estádio. Os dois primeiros colocados de cada chave (são duas, com cinco times em cada) avançam às semifinais. Os dois finalistas garantem vaga à Olimpíada de Los Angeles, nos Estados Unidos, em 2028.

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O Brasil derrotou a Venezuela por 2 a 0, na noite deste domingo (13) no Estádio Gonzalo Pozo Ripalda, em Quito (Equador), em sua estreia na Copa América de futebol feminino, que contou com a transmissão da TV Brasil. Após este resultado a seleção brasileira ocupa a 2ª colocação do Grupo B da competição com três pontos conquistados.

Claramente afetadas pelos efeitos dos 2.850 metros de altitude, as jogadoras do Brasil não conseguiram dominar as ações no primeiro tempo, e permitiram que as venezuelanas chegassem com perigo em algumas oportunidades, como aos 23 minutos, quando a volante Dayana Rodríguez acertou chute que passou muito perto da meta defendida pela goleira Lorena.

Porém, a seleção brasileira mostrou eficiência quando a chance de abrir o placar se apresentou. Aos 31 minutos a zagueira Isa Haas lançou Gio na ponta direita. A atacante partiu em velocidade e cruzou para o meio da área, onde a artilheira Amanda Gutierres só teve o trabalho de escorar para o fundo do gol.

Na etapa final o técnico Arthur Elias realizou várias mudanças na equipe brasileira, e o Brasil conseguiu ampliar o placar aos 43 minutos, com a volante Duda Sampaio. Agora, a seleção brasileira volta a entrar em ação na próxima quarta-feira (16), quando enfrenta a Bolívia a partir das 18h (horário de Brasília).

Goleada do Paraguai

O líder da chave do Brasil é o Paraguai, que, também neste domingo, goleou a Bolívia pelo placar de 4 a 0. As paraguaias foram superiores na partida e, logo aos 23 minutos do primeiro tempo, abriram o placar com a jovem atacante Claudia Martínez, de apenas 17 anos. A atacante do Olimpia (Paraguai) voltou a deixar a sua marca aos 40 minutos, com um chute de direita após cruzamento de Bareiro.

O terceiro gol do Paraguai saiu já na etapa final. Aos 15 minutos a defesa da Bolívia falhou e Martínez ganhou na velocidade para marcar seu terceiro gol no confronto. Já aos 45, Lice Chamorro marcou para dar números finais ao marcador.

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